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Los Angeles
10:57 AM.

Any Gabrielly Hidalgo.

—Então na idade média a literatura era bem representada por meio da política presente na Europa.—a professora diz calmamente.

Eu já estava à ponto de sair correndo para fora dessa porra se aula.

Eu literalmente odiava Literatura pelo simples fato de ser uma chatice e para piorar a professora parece um mosca morta.

Estava à meia hora mandando mensagens para Joalin que agora se encontrava na sua aula de biologia que segundo a mesma estava um tédio.

Porque as segundas feiras demoram tanto para passar?

Saio de meu transe quando Jojo me manda uma mensagem dizendo que o professor parecia um exorcista e seguro o riso para que ninguém perceba.

Em seguida mando uma mensagem para ela dizendo que minha professora parece uma minhoca morta de saia e a mesma manda um emoji*chorando de rir*.

Rio fraco,mas paro quando ouço alguém tossir atrás de mim me fazendo desejar ter sumido.

—Senhorita Gabrielly,é proibido usar o telefone em horário de aula.—a professora diz cruzando os braços.

—Não é culpa minha se sua aula tá um saco.—dou de ombros.

Eu só posso ter ficado louca.

—Isso é jeito de falar comigo?—ela exclama.—Tenha mais respeito com seus professores.

—Foi mal.—reviro os olhos.

—Vai ficar pior ainda,pois seu celular está confiscado até segunda ordem.—ela toma o aparelho das minhas mãos.

Merda.

—O que?Por favor Sra.Cooper ,prometo nunca mais conversar nas suas aulas.—imploro.

—Devia ter pensado nisso antes.—a mesma diz irônica.

—Caralho.—resmungo.

Ela sorri sínicamente e volta à dar sua aula a qual eu não presto atenção um segundo.

O sinal bate e eu espero a mesma sair para poder segui-la,ela vai até a diretoria e sai de lá sem meu celular em mãos.

Fingo tomar água para que a mesma não perceba e ela volta a caminhar pelos corredores de volta à sala de aula.

Preciso desse celular o mais rápido possível,ele é meu passatempo para poder aguentar esse inferno chamado escola.

Olho pela janela da diretoria e vejo que infelizmente a diretora estava lá então não tem a menor chance de eu pegá-lo.

A não ser que eu apronte algo.

Eu preciso fazer algo que me leve para diretoria e assim eu vou conseguir meu telefone de volta.

—Olha só que eu encontro.—aquela voz rouca me faz despertar.

—O que quer Urrea?—pergunto impaciente.

—Se eu te falar você nunca mais iria olhar na minha cara.—ele ri de canto.

—É melhor eu não saber mesmo.—reviro os olhos.

—Nossa, você é tão é tão afiada.Tomara que seja assim na cama,de preferência na minha.—ele diz em seguida lambendo os lábios ao ver que estou de saia.

—Idiota.

Olho novamente para sala da diretora que agora se levantava provavelmente iria sair.

ѕє∂υϲτιοи|иοαиγOnde histórias criam vida. Descubra agora