Capitulo 75

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BRUNO NARRANDO

O bagulho tá ficando louco, minha favela nunca teve tão sinistra como agora, confesso que mudei pra caralho, até com a loira eu mudei, mais mano, como não mudar quando se perde um parceiro? Mais o importante que a firme tá forte, e eu rendi uns $$ a mais hoje

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Preciso trocar um lero com a Manuela, e ver minha baixinha, faz mó cota que não vejo ela, caminho até a saída da minha biqueira, dou um salve pros vigia, subo em cima da minha moto, e vou pra casa.

Mal eu chego no portão da minha goma, já vejo a Bia vindo na minha direção, gritando igual uma louca

__ CADÊ A MANUELLA? - Ela diz em um tom bem desesperado como se alguma coisa tivesse acontecido

__ Tá em casa não? Fi, até aonde eu sei, ela tava em casa caraí, tá usando droga sua neurótica do caralho?

__ ELA DISSE QUE IA SAIR COM VOCÊ, MANO CADÊ ELA? - as lágrimas caem do seus olhos copiosamente

__ Tá louca caralho? Sair comigo? Pra aonde mano? Ta me tirando, cadê a minha mulher parceiro? - olho pros vigia, não tenho nenhuma resposta - CADÊ A PORRA DA MINHA MULHER CARALHO?

__ A gente não sabe chefe, nenhum de nóis viu ela saindo não - diz o Pica-Pau

__ Eae Bn, o bagulho vai ficar louco, olha essa fita aqui - Ph me mostra o celular dele, com a mensagem da Bruna?

Avisa pro Bruninho da um adeus o filho dele, a mulher volta viva, mais sem o filho, não garanto que ela volta inteira, beijos

__ VAGABUNDA, QUERO ESSA VADIA AGORA NO BARRACO

__ Bruno a mina sumiu do mapa, mandou a mensagem e se desfez do celular - diz o Ph tacando o celular dentro do bolso - os moleque da entrada achou o celular espatifado no chão - me mostra o mesmo

__ Reúne a tropa, ninguém vai fazer mal a minha mulher e nem meu filho, isso eu garanto, quero que liguem pra todos os irmãos da quebrada, da um salve pra família ae e se prepara, porque eu vou ensinar pra essa vagabunda que não se deve mexer com a família de um homem.

FIM DA NARRAÇÃO

BRUNA NARRANDO

Chegando em Copacabana, e essa vadia ainda dorme, como que pode essa puta ser bonita até quase parindo? Dou uns pequenos tapa em seu rosto pra vê se acorda logo

__ Bela adormecida, acorda, chegamos na nossa humilde residência - digo entrando no estacionamento do prédio 

__ Aonde estamos indo? - Diz com a voz enrolada, um pouco sonolenta

__ Estamos indo pra casa, aonde o meu filho e o do Bruno vai nascer

__ Bruna? Você.... você, filho do Bruno? - Diz se levantando mais a empurro a mesma contra o banco

__ Quietinha se não meu filho vai nascer antes da hora - estaciono o carro, desligo o mesmo, olho pra trás - sem gracinha ou você morre aqui mesmo - aponto minha Glock no rosto da vadia

__ O que você tá fazendo comigo? Me deixa ir embora

__ Você não tem escolha, vamos entrar pra nosso apartamento agora - digo puxando ela pelos cabelos de dentro do carro, caminho até o elevador, abraço por trás apontando minha arma na sua coluna, dou uns beijo em seu pescoço, sussurro no seu ouvido - vamos se diverti e muito minha primeira dama

__ Bruna me solta, você vai se arrepender de ter feito isso, me solta por favor, ainda da tempo

O elevador para no décimo nono andar, saio de dentro do mesmo, empurro ela contra a porta, pego as chaves de dentro do meu bolso, empurro na fechadura da porta, abro a mesma, forço a Manuela entrar, tranco a porta, empurro ela no sofá

__ Não dá mais tempo, eu tentei, eu tentei ser legal - passo a mão no cabelo - você quis tudo o que era meu, o Perigo, o meu Bruninho, e agora você está carregando o filho que era meu, mais não se preocupe não, o meu filho nasce amanhã e amanhã eu e o Bruno vamos ser muito felizes e você - aponto pra ela - Não vai passar de uma mera amante do dono da rocinha

__ Você tá louca, louca se você acha que eu vou deixar o Bruno ficar com você, louca se eu vou dar o meu filho pra você - se aproximo dela, desfiro um tapa em seu rosto

__ Cala boca vadia, se você está "viva" ainda - digo fazendo aspa - é por causa de mim, sorte a sua que não entreguei você pro Perigo, sorte não, azar, porque se depender de mim eu vou te fazer sofrer, e muito, você vai derramar todas as malditas lágrimas que um dia eu derramei

__ Você não... - não deixo ela terminar de falar e dou uma coronhada na sua cabeça fazendo com que ela caia sobre o sofá desacordada

__ Bem melhor assim, paz e sucego por enquanto, agora posso pensar em como fazer meu filho nascer, pego uma corda que tem na estante, amarro seus braços e suas pernas, pego a fita e coloco na sua boca - Quero ver essa vadia tentar sair daí ou pedir socorro.

FIM DA NARRAÇÃO

Meus amores, mamãe demorou mais volto, e voltei com uma novidade também, estou escrevendo uma nova história e tenho certeza que vocês vão gostar, relata a vida de uma prostituta, e adoradia que vocês comentasse, deixasse aquela estrelinha marota de sempre.
Sobre essa historia, até semana que vem eu encerro essa fanfic, aguarde, ainda tem muitas emoções pra vim

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A Escolha Errada 2 [ MORRO ]Onde histórias criam vida. Descubra agora