“O jogo continua, cartas são jogadas e não podemos parar.”
- Kang Taehyun, vinte e cinco anos, solteiro e o maior suspeito de quatro assassinatos constantes. - Choi Yeonjun, superior de Choi S/n diz.
S/n era um jovem policial, descendente de uma família que oitava pela lei. Seu avô, um respeitado juiz, sua avó uma grande advogada, seus pais detetives e seu irmão mais velho, Choi Beomgyu, agora afastado, um renomado detetive.
- Porquê não puseram um detetive perto dele? - S/n pergunta.
- Porque ele é mais esperto sozinho do que nossas cabeças pensando juntas. Kang Taehyun já percebeu todas as vezes que estávamos lhe perseguindo e desviou nossa atenção. É simplesmente difícil pegá-lo. - Yeonjun suspira cansado.
- Eu me ofereço para investigar.
- Porquê eu colocaria uma simples policial para investigar um caso tão complicado, S/n? - ele pergunta.
- Porque eu cresci em ambiente como esse, pode ver quem são meus antecedentes e verão que sou sim qualificada para o caso. - Choi Yeonjun buscou por seu nome no computador e suspirou vencido.
Mesmo sendo policial, S/n tinha uma ficha incrível, impecável. E este caso já estava quase se prescrevendo, Choi Yeonjun não queria que pessoas inocentes morressem.
- Ok S/n, confio em você.
[...]
- Ah, oi! - S/n chama atenção de Taehyun, que andava sozinho nas ruas. - Eu estou andando à horas e ainda não encontrei este endereço!
Mostrou-lhe um papel onde estava o endereço de um café.
- Fica a duas quadras daqui. Posso te levar lá. - Bingo.
- Se não estiver te encomodando.
Agora, ela precisava tomar cuidado. Kang Taehyun era o mais possível assassino, e não pensaria duas vezes antes de matá-la.
~ Algum tempo depois....
- Me acostumei ter você por perto, sabe? - Taehyun confessa vendo S/n tomar um americano.
- Eu também estou... - A pior parte de tudo aquilo é que era verdade. Ela estava... Apaixonada.
- Tantas pessoas se aproximaram de mim achando que sou um assassino, comecei a pegar gosto por me manter isolado do mundo. - ele explica melhor enquanto S/n engole a seco.
Ela era uma daquelas pessoas.
- Podemos... Conversar sério sobre isso? - ela pergunta e Taehyun assente. - Mas não aqui, na sua casa.
...
- Não sei o que deu em você pra ficar assim de repente, mas deve ser sério. - ambos estavam sentados no sofá da casa do garoto.
- Eu sou uma policial Taehyun, - ele deveria esperar isso? Estava acostumado, mas ainda não levava jeito para amar pessoas. E S/n estava tomando seu coração. - Eu precisei me aproximar de você pra saber quem estava matando aquelas pessoas e tudo Taehyun, tudo apontava pra você...
Ele deixa sua cabeça baixa. Era ele sim, e ele também havia mentido para a garota e agora entendia que o trabalho dela era entregar sua cabeça para eles. Mentir para mentiroso é uma coisa ruim?
- S/n... Eu também não fui honesto com você... - ele não tinha certeza se era o certo a se fazer, mas queria que ela soubesse que o errado daquela história era ele, não ela. - Eu sou o assassino.
