Capitulo 9

248 23 6
                                        

Manuel on

Quando eu acordo eu me levanto e vou tomar uma banho, depois de terminar o meu banho eu visto as minhas roupas e saiu do meu quarto.

Como eu não posso descer as escadas sozinho, eu espero do lado de fora do meu quarto até que o alguém apareça.

Para minha surpresa eu vejo a Bia saindo do quarto da Sophia, o que ela ainda está fazendo aqui?  Quando ela me vê, a mesma anda para o meu lado e diz:

Bia: O que você está esperando Manuel?

Manuel: O Bruno, eu não posso descer as escadas sozinhos.

Bia: Você quer ajuda?

Manuel: Eu quero, mas claro se você puder.

A Bia me segura no braço, em seguida a mesma me leva em direção da escada para a gente descer.

Manuel: Você durmiu aqui?

Bia: O Bruno pediu, ele tinha que ir no hospital buscar alguma coisa e não queria deixar você sozinho aqui.

Manuel: Ai você durmiu com a Sophia, acho que eu não sei que você não gosta dela?

Bia: Eu realmente não gosto dela, por causa que ela ser um pessoa metida. Eu só fique aqui em consideração a você.

Manuel: A Sophia não e metida Bia, você não a conhece para falar isso dela.

Bia: Você pelo que falou ontem também não conheçe ela, você não viu o que ela fez com o meu namorado naquele dia que você a gente veio aqui.

Manuel: Pronto pelo visto aquele babaca deve ter falando para você sobre a Sophia, saiba você que foi ele que fez mal para ela.

A Bia irá me responder, porém eu sinto uma tontura muito forte que me faz soltar o abraço da Bia e rolar escada abaixo.

Antes de eu desmaiar eu escuto a voz de Bia, eu não sei o que ouve depois disso por que eu me entrego a escuridão.

Horas mais tarde

Quando eu acordo eu percebo que estou no hospital, quando eu olho para o lado eu posso ver que o Bruno esta sentando na poltrona ao meu lado do a cabeça a abaixanda.

Manuel: O que acontece?

Quando ele escuta a minha voz, o mesmo levanta a cabeça e sorri para mim.

Bruno: Que bom que você acordou, eu vou ir chamar o seu médico.

Manuel: O que aconteceu para eu vir para aqui?

Bruno: Você caiu da escada, não lembra meu anjo?

A única coisa que eu me lembro e de ontem a noite que a Bia apareceu aqui em casa, e que a gente conversou um pouco.

Manuel: Não pai, que horas que isso aconteceu??

Bruno: Foi hoje meu anjo, eu vou ir chamar o seu médico.

Ele sai do quarto me deixando sozinho, em seguida eu começo a pensar o que será que aconteceu antes de eu cair da escada que eu esqueci.

Minutos depois o Bruno volta com o médico que coleta um pouco do meu sangue, em seguida ele diz que o que eu esqueci pode ser por causa do tombo e que certamente eu lembrarei de tudo em breve.

Quando o médico sai, o Bruno fica me olhando e logo diz:

Bruno: Você me assusto meu anjo.

Manuel: Não foi por querer.

Bruno: Eu sei meu anjo, só que da próxima vez toma mais cuidado.

Ele parece estar preocupado comigo, em seguida o passo uma das minhas mãos e percebo que fui feito um curativo na minha cabeça.

Como eu não sei o motivo daquele curativo eu resolvi perguntar para o Bruno o que aconteceu para terem feito esse curativo na minha cabeça.

Manuel: Por que tem um curativo na minha cabeça?

Bruno: Quando você caiu você bateu a cabeça, isso causou esse pequeno ferimento na sua cabeça.

Manuel: Eu vou ter que ficar muito tempo aqui?

Bruno: Eu ainda não sei anjo, mas quando eu souber eu te falo tabom.

Manuel: Eu posso ter fazer uma pergunta?

Bruno: Claro.

Manuel: Quando eu sair daqui, eu posso passear pelo parque e que eu sinto falta.

Bruno: Você pode fazer tudo o que você quizer meu anjo, não vai ser uma doença que vai te limitar de fazer as coisas que você gosta.

Manuel: Você e o melhor pai do mundo.

Quando eu falo aquilo eu percebo que o mesmo fica tenso, eu sinceramente não sei por que eu disse aquilo e como se eu o considera-se ele o meu pai.

Manuel: Me desculpa, acho que confundi as coisas.

Ele ao escutar aquilo parece voltar a realidade, logo ele me olha sorrindo e diz:

Bruno: Eu não me importo meu anjo, você pode me chamar como quiser meu anjo.

Eu não sei o motivo, só que eu sinto a estranha necessidade de chamar ele assim. E pelo que me parece ele gostou de escutar eu o chamar de pai, como se aquela palavra fosse algum que ele quisesse escutar a muito tempo.

Amor inevitávelHistórias para pegar e não largar. Descubra agora