Capítulo 23

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Gusulan
Cidade do Céu
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-- Os relatório chegaram em boa hora, em breve sairei em missão com os mais novos aprendizes. -- disse o Lan mais novo recebendo os pergaminhos de um servo.

-- Irmão deveria pegar leve nas suas tarefas, mesmo o tio estando ausente por indicação médica.. -- comentou Lan Quian, fechando o arquivos e registros dos novos juniores.

-- Não me incômodo. -- disse sem olhar o irmão.

-- A-Kai você precisa tirar um momento de folga, apesar de não sabermos o que é folga a semanas.

-- Eu sei. Mas são tantas coisas a se fazer reuniões, aulas , encontros políticos.

-- Está falando como um líder. A-Lin--

A sala dos irmãos estava ficou em silêncio. Lan Quian havia esquecido o quão delicado é o assunto de Chi Shui, seu irmão mais novo demorou quatro anos para aceita que o seu falecido noivo estava em paz em algum lugar e que estava os velando de onde quer que esteja.

-- Sinto muito..

-- Tudo bem, já me acostumei com a ideia..-- disse seco olhando os papéis na sua mesa.

-- Vocês eram tão jovens...

As palavras ficaram soltas já que o mais novo se retirou do ambiente deixando o Lan mais velho com tristeza na face. Andando pelos corredores de Cidade do céu Lan Kai se lembrava das descobertas e das travessuras que cometia ao lado da sua flor de Rozan, eram situação e momentos que tiravam seu sorriso e deixava um lábio contraído pela tristeza, se recusava a chorar novamente seu A-Lin não gostaria disso.
A área de treinamento o fez lembra do inferno que era Rozan na batalha contra Long Xiao, aulas para matar e sair vivo sem arrependimento isso ficou fixo na sua mente. Por muito não foi banido de Gusulan por absorver e praticar a doutrina assassina de Rozan. Seu irmão depois de muito lutar convenceu ao concelho que seu mais novo ficaria restrito nas fontes de geada para meditar e separar os ensinamentos de Gusulan dos Rozan. O que não foi o caso do mais velho que com muitos esforços conseguiu sair do trauma de Rozan, sabendo por fim o motivo do clã não ser mais aberto aos demais clãs e seitas.

Em seu aposento próximo a mesa de tarefas estava uma pintura realista de Chi Shui quando eram mais jovens, a imagem tirou um sorriso seco e um toque sem emoções do Lan mais novo.
A-Lin era uma bela lembrança que nunca sumirá de sua mente e coração o único que lhe despertou o interesse de ser mais e de casar quando chegassem a idade permitida de seu clã. A mente do mestre Lan voava nas sensações que sentia com o rapaz, o quão quente seu corpo ficava a cada toque imoral e de natureza pervertido que o fazia gozar com apenas um toque na sua intimidade. Não havia ninguém que o deixava corado com apenas um sorriso de "bom dia", ou um beijo que lhe era "roubado" as escondidas, as noite de amor intenso mas que sempre colocavam um chamego diferente e palavras presentes, ninguém em nenhum lugar teria o coração do Lan. No dia da morte do Rozan foi o fim do coração do Lan.

Perdido a tantas memória um dos seus discípulos vinha lhe chamar para saírem em missão. Iriam exterminar uns fantasmas em uma região afastada e com poucos habitantes devido a interferência dessas criaturas.

-- Mestre estamos prontos..-- disse um dos jovens que sairá em missão.

O Lan mais velho apenas confirmou e seguiram para a tal vila a quase cinco dias de viagem, três se forem a cavalo.
Porém para os jovem irem se acostumando já que nem sempre encontraram cavalos ou um lugar para passar a noite.
A viagem seguiu produtiva os jovens aprendendo a improvisar talismãs e itens de caçada, e até meditação para não gastar 100% de todo o poder. As noites eram por vezes cansativa já que o grupo estava em seis junto do mestre de caça, os jovens revezavam na patrulha durante a noite de duas em duas horas cada discípulo o mestre sempre em observação, mesmo quando aparenta estar dormindo.

No entanto, algo estava fora da linha a estrada era vazia apesar da tal vila ser afastada até então nenhuma casa de chás* ou qualquer movimento que os mostrasse que estavam na direção correta, não que o grupo Lan estivesse perdido geografia era uma das matérias que o Lan gostava e se dedicava para casos de estratégias sem uma planta real em mãos.
  Sem qualquer ruído ou som de animais próximos o que deixou os jovens inexperientes aflitos..

–– Mestre Lan..

–– Não recuem, fiquem com de guarda protejam seus pontos e fiquem em alerta..

  De repente homem de vestes e armaduras desconhecidas apareceram e atacaram ao pequeno grupo de viajante, sua esgrima era mediante a doutrina de Gusulan a facilidade de ler os movimentos do oponente era inclusive pelo treino em Rozan. Alguns perdiam os membros outro caiam sem vida não chão, o ataque fora planeja.

   O Lan mais velho protegia os jovens discípulos as vidas estavam por sua responsabilidade.  A tensão da luta estava longe de acabar um inimigo fez um ataque severo pela costas do Lan, fazendo ter uma face assassina..
  Infelizmente não havia como negar, o mais novo dos herdeiros de Lan havia se tornado um Rozan sem se dar conta, o trauma do treinamento pesado e realista ainda estavam fixo em sua mente, talvez pela saudade de seu amado ou simplesmente quis absolver tal doutrina, era um enigma a mente do segundo herdeiro.

  A ferida em sua costas permitia o sangue descer e manchar suas belas vestes, o autor do ato estava por entre as árvores que assim como ele seus pupilos haviam sido ferido, porém não tão gravemente quanto o mais velho, a intenção era clara no entanto porquê?. As manchas de sangue deixavam uma trilha assustadora..os jovens usavam talismãs de ataque e bloqueio no intuito de segurar o grupo de assassinos..
  Tinha algo naquelas lâminas que os deixaram zonzo e com um chiado nos ouvidos, suas vistas embasadas deram a última visão de uma animal raivoso acabando com homens que fora enviados para matar..
  Um ser encapuzado se aproximando a passos lentos na visão do Lan..

–– C-Chi...Sh-Hui..

Essas foram ditas as últimas palavras e a visão se escureceu..




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Então pessoas eu sou uma negação para escrever ação, mas alguma coisa está saindo.

 

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