Agora?
Agora o que?
Lembra-te!
Eu tenho a certeza que eles nunca me esqueceram! Tenho mesmo a certeza!
Eles devem andar á minha procura. Como a minha mãe me tratava…tenho a certezas que andam á minha procura. Ela dizia, que era a única razão de ela estar viva. Ela dizia que me amava, e que nunca me iria deixar. Eu acredito nela…
Eu também te amo! E sempre te amarei, seja onde tu estiveres.
Eu não tenho lembranças do meu pai!
Ah, pois eu não vivia com ele, mas sim com a pessoa que eu sempre odiei, e sempre odiarei.
Pai, apesar de não te conhecer, eu vou-te amar, sempre!
Como pode ser tao estupido, e acreditar nestas pessoas que nem sei quem são.
Talvez, os que me raptaram?
Não. Senão não ficavam comigo.
São três da manhã, eles devem estar acordados. Ouço passos, e cadeiras arrastar.
Sento-me na cama. Puxo os meus cabelos, com raiva de tudo.
Se eu me lembro, eu vivia na Califórnia, agora estou em Londres. Onde estarão os meus pais?
Onde?
Toda a gente deve os conhecer, o meu pai é famoso. A minha mãe também deve ser, se estiver com o meu pai.
Deixo-me cair de costas na minha cama.
Começo a ouvir uma cama a chiar. Que merda é esta?
“Ohhhhh! Ohhh!” Ouço uma voz feminina. Gemer?
Estão a foder?
Oh meu deus, nem acredito!
Que cena!
“Ide foder para o caralho! Quero dormir!” Grito. Quando grito os barulhos são nulos.
Eles estavam a foder, eu é que os devia foder!
‘Liga á puta da tua mãe e diz-lhe que a odeias e o teu futuro é connosco! Tu és nosso’
Eu peguei no telemóvel e liguei para o numero que me deram, eu estava a tremer.
‘Estou?’
‘Sou eu, hummm…o Drake. Quero dizer umas coisinhas á minha mãe!’
‘Ela nao está’
Eu viro-me para eles e sussurro: ‘Ela não está!’
Eles empurram-me para que fale.
‘Eu odeio a minha mãe. Eu não quero viver na vida que me forneceste, eu quero escolher a minha vida. E ela é aqui! Com eles, e não contigo! Odeio-te!’
Estou a fugar ao me lembrar disso. Como é que eu fui capaz, de tal coisa? Como?
Sou o pior filho do mundo!
Eu não posso ficar aqui parado, tenho de ir á procura deles.
Preparo uma mochila. Pôs dois pares de calças, 3 camisolas, 3 boxers, 3 pares de meias, 2 pares de sapatilhas, 2 casacos e um cobertor.
Pego na mochila e ponho-a as costas. Vou até á sala, procurar uma revista.
Encontro muitas.
Mas á uma que se destaca, pois o titulo, chama-me atenção.
‘Casamento de Harry destruído? Mulher psicopata? O que se passará? Descobra nesta revista’
Pego na revista, sento-me no sofá cinzento que se encontrava atras de mim. Comecei a foliar as páginas da revista, até chegar á notícia. Corri os meus olhos pela página até ver o nome do Hospital. Wickendale Hospital Mental.
Mental? Ela está maluca?
A minha mãe, está maluca?
Pode ser psicopata mas é a minha mãe e eu amo-a.
Levanto-me e a luz da sala acende-se. Carol. Cabra.
“O que andas a fazer, acordado? E porque estás de mochila?” Ela pergunta-me e cruza os braços.
“Isso pergunto-te eu! O que estas aqui a fazer?”
“Respeito! Vim buscar uma revista para mostrar ao teu pai. Diz-me porque estas de mochila? O que tens ai dentro?”
Ela avança na minha direção, afasto-me.
Ela arregala os olhos.
“Drake!” Ela grita. Ela olha para o monte de revistas… e vê que está tudo desarrumado.
Empalidece, e arregalo os olhos na minha direção.
Sabe que fui eu que a tirei.
“Eu…” Ela tenta dizer.
“Vocês são uns canalhas! Eu odeio-vos! Pais!? Meus pais a onde? Onde? Odeio-te! Cabra!” Digo e corro até á entrada, abro a porta. Fecho. Olho para os dois lados e decido correr para o lado direito.
Corro, corro, corro, corro, corro…
Eu não onde é esse hospital mental! Mas eu encontrarei. Encontro sempre tudo!
Tenho de ver os meus pais, custe o que custar!
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Doris. (Concluída)
FanficOlá :) está vai ser a minha primeira fic. Espero que gostem eu nao tenho muito jeito para isto. Espero que gostem. :)) É uma fic um pouco confusa :s ESTA FIC TEM A 1TEMPORADA E A 2 TEMPORADA( VAMOS VER SE VAI HAVER A 3 TEMPORADA) ❤️ Obrigado ❤️
