Capítulo

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       E daqueles lábios cálidos eu tiro o sabor. Do mesmo modo tiro tua vida. Oh, Esperança! Tu morres tão bela. Nessa noite, então, te mato, meu personagem. Tirarei-te o prazer de agradar os outros que só fazem te amar. Mato a ti por ser falso, por ser a máscara de um autor sem vida e sem tesão. Mato a ti, pois morrerei também, e por que essa história é minha e não sua.

       Morre, minha criação e desassocia-te de mim!

Jardim de PérolasOnde histórias criam vida. Descubra agora