Capítulo 3 - Dante Garbonne

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Após fazer Cathe gozar em meus dedos eu a viro de costas eu lambo toda a extensão da sua coluna onde ela tem uma tatuagem escrita “Ela criou suas próprias asas e voou” quando ela deita de lado e possível ler como uma poesia ao chegar em seu pescoço eu mordo o lóbulo da sua orelha.

- Você deveria tirar a roupa! (Ela fala sorrindo)

- Quer um que eu faça dança sensual?

- Não! Quero apenas que você entre logo em mim! (Ela fala se virando e desabotoando minha camisa e minha calça logo enquanto me beija)

- Seu desejo é uma ordem minha gata!

Tiro minha roupa ela sorri para mim viro ela de frente para mim abro as suas e pernas lambo a sua virilha e depois os grandes lábios como recompensa recebo um arfar de prazer, começo a lamber e chupar, enquanto ela rebola e me ajudar a liberar novamente o seu prazer para mim, Catherine uma mulher de estatura baixa, com grande e deliciosos seios, coloco dois dedos em sua boca e sinto sua mão subir e descer em meu pau.

Mordo sua boca e a viro de quatro e entro de uma vez ela grita e pede por mais e eu dou, mais forte, mais fundo enquanto seguro seus cabelos na minha mão, a viro de frente saboreio sues seios enquanto entro e saio dela, sinto quando ela goza pois o seu interior se contrai e aperta meu pau, me fazendo gozar em seguida totalmente ofegante, me deitou no vale dos seus seios e como se um peso saísse das minhas costas estou até leve.

- Dan você é pesado! (Ela reclama manhosa)

- Desculpa gata! (Me deito do lado dela)

- Seus seguranças trouxeram a comida? (Ela deita em meu tronco)

- O Viktor deve ter pego a comida japonesa que você gosta, os outros são novos desculpa por mais cedo!

- Eu deixei você colocar um sistema de segurança e seu segurança tem a chave da minha casa para evitar invasão!

- Eu sei! Cathe você sabia que seria assim dês de que eu falei quem eu sou! (Ela sabia meu nome quado transamos na sala da copiadora)

- Gato, não faz isso aparecer um relacionamento porque eu tenho pavor a compromissos amoroso, casamento quase da alergia tamanho o asco que eu tenho!

- Eu sei! (A beijo) ... – Por isso que você é perfeita! ... Vamos comer eu estou com fome e tenho que ir para casa!

- Me leva no colo? (Ela faz um biquinho e uma cara de inocente)

- Vamos! (Eu não posso negar isso)

A levo para a cozinha no meu colo quando eu entramos o barco com o sushi está na mesa e o saquê está no suporte do vinho, eu a coloco sentada na mesa e me sento na cadeira, fazendo carinho em sua coxa.

- A cara está ótima! (Ela fala comendo um sushi)

- Gata por curiosidade você sabe cozinhar? (Eu mordo a sua coxa de leve e ela ri)

- Dan, eu sei o básico, mas com faculdade e dois empregos eu não tenho tempo! (Ela me olhou sorrindo) ... - Toda mulher sabe cozinhar!

- Só pensei que você fosse como a minha mãe!

- Toda mãe cozinha! (Eu começo a rir) ... - O que é tão engraçado?

- Gata minha mãe na cozinha significa  catástrofe!

- Vocês tem um exército de empregados na casa não e estranho que sua não vá ate a cozinha!

- Dona Verena Garbonne não sabe fritar um ovo sem queimar a cozinha! ... Teve uma vez que ela foi esquentar o macarrão que a cozinheira tinha deixado pronto e ele grudou no teto! (Cathe tem uma crise de riso)

- Ela só é um pouco azarada na cozinha!

- Ninguém a deixar a minha mãe chegar perto do fogão!

- Então a esposa perfeita tem um defeito!

- Minha mãe não é perfeita mas chega bem perto, ela me teve aos 16 anos em um mundo onde gravidez na adolescência e visto como um erro, cuidou de dois bebês, fez faculdade, tem pai, o Átila, jantares de negócios da empresa, os eventos e os problemas da máfia, teve quatro filhos antes dos 20 anos e seis antes do 30 e ela fez tudo isso com um sorriso no rosto!

- Ela deve vestir Prada! Aposto! (Gostei da forma dela de descontrair o clima pesado que ficou)

- Não, minha mãe gosta de estilistas exclusivos, Prada para ela é loja de departamentos! (Eu falo muito sério mas não aguento e começo a rir, ela me bate no braço entendo a minha brincadeira)

- Eu quase acreditei seu idiota! (Ela fala rindo)

- Precisava ver sua cara de espanto!

- Sua mãe é uma escrava da sociedade!

- Meus pais são escravos da sociedade e máfia assim como eu e meus irmãos! (Não podemos nunca errar para não chamar a atenção para a organização) ... - Eu só quero acabar o colégio já estou cansado daquilo!

- Porque seu pai não pagou para você passar? (Ela pergunta terminado de comer)

- O colégio é dele, mais eu tive que ficar nove meses, em nove países diferente em treinamento intensivo de sobrevivência com os conhecidos do pai, quando voltei o ano já estava perdido e eu tive que me recuperar pois ganhei algumas cicatrizes, constantes pesadelos e perdi muito peso! (Aquele foi um ano infernal)

- Eu tentei concluir o colégio o mais rápido do possível, juntei cada moedinha para nunca mais voltar para aquela maldita cidade! (Posso ver o sofrimento em seus olhos)
 
- O que de tão ruim aconteceu com você? Você quase não fala da sua família só da sua vó!

- Eu tenho 10 irmãos mais novos e um mais velho, depois que meu pai morreu a minha mãe se casou com um traste que eu chamo de padrasto, no mudamos para aquele fim de mundo onde ela começou a ter um filho atrás do outro! 
  
- Por isso que você não gosta de criança? (Estou curioso)

- Eu até gosto mas o choro, os gritos e as birras, Dante era assim durante a noite toda eu era a filha mulher mais velha e tinha que cuidar dos mais novos! ... Era um inferno eu mal dormia durante a noite e tinha que trabalha e estudar no dia seguinte!

Segredos em Família (Volume II)Onde histórias criam vida. Descubra agora