OLÁ CARINHAS!!!
Como estão?
Coloquem seus cintos, capacete e para o caso de muita emoção, estaremos disponibilizando alguns lenços para enxugar suas lágrimas.
Aviso de gatilho, conteúdo sensível, para maiores de dezoito e também para pessoas com o coração forte e emocional inabalável.
Recomendo que leiam ouvindo alguma música calma, que dê paz aos corações de vocês.
Leiam com toda cautela e calma possível, apreciem. Esse é o meu presente para vocês.
Boa leitura, espero que gostem.
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CAMILA CABELLO JAUREGUI.
— Você não pode evitar ficar olhando dessa forma para eles, né?
Olho para o meu lado, vendo minha melhor amiga sentar-se ao meu lado, com o pequeno Seth em seu colo. Um sorriso nasce em meus lábios e rapidamente pego o pequeno dela, aconchegando-o em meu colo.
— Está falando sobre o que?
— Os três amores da sua vida. – Meus olhos automaticamente vão para o outro lado do quintal, onde minha esposa, nossos dois filhos e sobrinhos estão sentados sobre a sombra de uma árvore enquanto parecem se divertir. — Como estão as coisas?
— Bem, tenho dormido pouco por causa do Gabriel, mas nem reclamo. Eu amo a sensação de ser mãe e saber que esse pequeno precisa dos meus cuidados.
— É bom mesmo, é um dos amores mais lindos que existe no mundo. Não planejei ter o Seth, mas hoje sou grata por ter optado manter a gravidez. Não sabia que sentia tanta falta de viver tudo isso de novo, mesmo que as noites sejam exaustivas.
Concordo rapidamente com sua fala. Ter uma criança tão pequena em casa é um sacrifício. Você passa o dia cansada, e a noite ainda mais, porque um filho sempre irá precisar de você. Além do mais, tenho Louis, que também precisa da minha atenção e dos meus cuidados, por mais que ele seja um garoto esperto e mais independente. Mesmo com a ajuda de minha esposa, ainda assim permaneço ligada no duzentos e vinte, pois a todo segundo fico em alerta para estar ali, caso meus filhos precisem de mim.
Ser mãe é isso, certo? Estar perto, observar e ficar atenta a cada passo dos nossos filhos.
Nesse momento, um animado Hunter se aproxima das crianças e pega Toni e Louis em seus braços, jogando os dois em seus ombros. Harry tenta escalar o tio, agarrando sua cintura enquanto meu cunhado gesticula como se explicasse para ele que não agüentaria segurar os três. Isso faz minha melhor amiga e eu rirmos. Olhando aquela cena, surge uma dúvida em minha cabeça que nunca tive chance de pôr em pauta durante uma conversa com Dinah, e acho que esse é o momento perfeito.
— Dinah, eu queria te perguntar uma coisa. Tenho certeza que devemos ter conversado bastante sobre isso, mas você sabe... Eu tenho essa pequena dificuldade.
O pequeno Seth faz barulhos fofos com a boca, atraindo minha atenção brevemente. Eu sorrio para ele, arrumando-o melhor em meus braços.
— Do que está falando exatamente?
Ela questiona curiosa e dá um gole em seu suco de abacaxi antes de colocar o copo sobre a mesinha ao nosso lado e recostar-se na espreguiçadeira.
— Você acha estranho o fato do Hunter ter sido o doador? Tipo, ele ter doado o material genético que me possibilitou ser mãe.
Dinah franze o cenho e olha brevemente para frente, eu faço o mesmo, vendo que agora, meu filho está sentado nos ombros de Hunter enquanto ele segura Harry e Tony em seus bíceps. Meu cunhado parece ser bem forte, e os pequenos estão se divertindo.
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Stupid Wife (REMAKE)
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