55 - A não Sofia, secagem cara

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LUDMILLA

Acordamos no dia seguinte, com a babá eletrónica tocando, a Sofia tava chorando. Me levantei e fui até o quarto dela.

Lud: Bom dia amorzinho da mamãe - Falei com uma voz fofa e ela parou de chorar, olhou para mim e começou a sorrir. - Que sorrisinho mais lindo é esse de manhã logo cedo, que coisa mais linda de main - Falei com uma voz fina, Tirei a fralda dela, Peguei ela no braço e levei até a cama.
Mas De repente, antes de eu colocar ela na cama, sentir algo quente na minha barriga, ela fez xixi em mim.

Lud: Ecaaaa Sofi, deixe de ser uma bebê sapeka e parar de fazer essas marmota com a mama, você devia era fazer xixi na sua mamãe Bru e não em mim, ela que precisa sentir essas aventura maravilhosa que você faz comigo cara. - Coloquei ela na cama , que sorria sapeka.

Lud: Ainda fica sorrindo né, tá entendendo bem o que a mama tá falando né meu amor- Sorrir.

A Bru entrou no quarto.

Bru: posso saber que festa é essa aqui, sem mim? Amor pq você tá toda molhada? - Ela se aproxima de mim e me da um selinho. E fedendo também amor- Ela sorrir. - Eu dei uma tapa nela

Lud: Nem queira saber... Sua filha sapeka aí que me deixou assim, me dando um banho de xixi. - Brunna deu uma gargalhada. Não rir sua viada! - Falei emburrada.

Bru: Minha filha é uma anjinho viu, ela não fez isso, não é Mamãe? - se aproximou da Sofia e deu um cheiro nela.

Lud: Eu ainda vou apronta uma com você, Aliais vou fazer ela aprontar com você.

Bru: Isso é possível? ela não vai entender Lud - Sorrir da minha cara.

Lud: Vamos ver então, Sofia vai ser danada igual a mim - Amor, arruma a água do banho dela por favor.

Bru: Tô indo!

Ela foi preparar a água, enquanto isso Eu fiquei dando de mamar a Sofi e pouco minutos depois ela voltou.

Bru: Pronto amor! Deixa eu da banho né?

Lud: Claro. toma ela, que eu vou pegar a roupa dela. - entreguei ela a Bru.

Enquanto eu tava separando a roupa da Sofi, vi a Bru balançando ela e vi que aquilo não ia dar certo e eu comecei a sorrir.

Bru: A não Sofia, sacanagem véi!

Eu olhei em direção dela e dei uma gargalhada alta, com o estrago.
A Sofia gofou no rosto da Bru, fazendo a meleca escorrer para sua blusa.

Bru: Lud, Socorro! - ela me chamou desesperada e eu só fazia rir da cena hilária. Lud, Não rir praga, me ajuda véi. Eu acabei de tomar banho. - Choramingou.

Eu fui até ela e peguei a Sofia

Lud: Eu disse que ia ter Volta, eu vi de longe, o que você tava fazendo e deixei, eu sabia que ia acontecer isso - Falei rindo da cara de nojo dela.

Bru: Sua nojenta.

Lud: Também Te Amo! - Sorrir.

....................

Bru: Amor, você tinha falado sobre nosso casamento, mas eu não tô sabendo nada disso.

Lud: Do nada isso?

Bru: Da mesma forma que você também falou Uer.

Lud: Bom, Antes da Sofia nascer, eu já tinha começado a pensar nisso. Você tinha feito o pedido e eu me sentir no dever de querer organizar tudo.

Bru: E o que você organizou?

Lud: Praticamente tudo! - Ela me olhou incrédula. Eu já escolhir o local, mas esse vai ser surpresa, incluindo a decoração. A única coisa que eu posso te falar, é que o casamento vai ser em Pernambuco e que você vai escolher as alianças e seu vestido claro.

Bru: Uér Pernambuco? - Me olhou sem entender.

Lud: Sim, eu queria fazer em um lugar diferente e achei um lá. Eu só disse que vai ser lá, pq é em outro estado e vai ter que ir todos para lá.

Bru: Já escolheu a data?

Lud: Ainda não, a data quero para daqui a 4 meses, porém não pensei em uma data - Mentir. O que você acha?

Bru: Eu amei, ja pode marcar a data então. eu casando com você, eu aceito tudo! Só fiquei curiosa pelo local, deve ser muito lindo, para ser tão longe daqui, eu quero saber amor.

Lud: Você vai amar amor, mas não insiste em querer saber, pois não vou dizer, é surpresa!

Bru: Affs sua chata!

Ficamos conversando, até que mudo de assunto.

Lud: Volta a trabalhar quando?

Bru: Daqui a 4 dias.

Lud: Que pena, Queria que você continuasse aqui com sua família.

Bru: Eu ia amar, mas tenho que sustentar vocês né princesa? Os meses que ia tirar para ficar com vocês, foi os meses que passamos com a Sofi internada.

...................

Rodrigo

Não aguento mais essa prisão imunda . O que eu vou fazer? Como eu vou sair daqui ? Pensa Rodrigo. Quem poderia me ajudar? Eu estou sozinho aqui. Entro em desespero e começo a gritar.

Rodrigo - Suas vagabundas ,acham que se livraram de mim , estão enganadas e vocês vão se verem comigo, quando eu conseguir sair daqui. - logo avisto um policial vindo em minha direção e eu me recuou.

Policial: Que barulheira é essa seu verme? - eu cruzo os braços e fico calado. - Se continuar gritando e acordando os outros detentos eu volto aqui e você vai se arrepender desse fundúncio . O que foi perdeu a língua foi? - ele começa a rir alto e isso me deixa estressado.

Rodrigo - Você só fala assim , porque eu estou de trás dessas grades e você possui essas armas. - levanto a minha sobrancelha o desafiando. - Você é novo aqui né?

Policial: - Isso não é muito da sua conta.

Rodrigo- Tem certeza ? - eu começo a rir e vejo o cruzar os braços furioso.

Policial: - Cala boca. - Ele bate na cela e me olha com raiva. - Você vai apodrecer aqui, junto com sua amiguinha. Sorte de vocês que a delegada está ausente atualmente, mas daqui a 4 dias ela voltará e vai decidir o lugar para onde vocês irão mofar .

Rodrigo: Então a Brunna estará de volta? - sorrio e ele da as costas me deixando sozinho novamente.

Sento no colchonete e fico pensando algum tempo. Eu precisava pensar rápido no que fazer e quem poderia me ajudar. Pego um celular que o meu advogado me trouxe um dia depois que entrei aqui, a sorte que não me revistaram direito e eu consegui ficar com ele. Sorrio e dígito uma mensagem ao meu advogado. Eu preciso de uma arma e ele vai arrumar uma pra mim e é pra hj.
Assim que termino de digitar eu o escondo e deito. Sorrio e começo a planejar tudo na minha cabeça para depois eu colocar em prática. Eu vou fazer elas se arrependerem de ter entrado no meu caminho, principalmente depois de ter matado a Thaissa e quando isso acontecer não terei pena.





Brumilla - Ameaçada Para MatarOnde histórias criam vida. Descubra agora