Saturn
— Vai me beijar de novo nunca? — ouvi a voz do Gabriel em meu ouvido e sorri negando com a cabeça.
— Só quando você ganhar a nfa de novo — cruzei os braços me virando de frente para ele.
— Porra, pesado — ele negou com a cabeça — Sabe que não estamos competindo mais.
Ele coloca a mão na minha cintura e faz biquinho.
— Já vão assim? Do nada? — escuto o grito de Mob e solto uma risada fraca.
Dei um selinho no moreno em minha frente e em seguida escuto os gritos da galera.
Senti falta desses momentos com eles.
— Sabe que eu não quero só um selinho Saturn — ele resmunga me puxando mais pra perto colando nossos corpos — Vamos lá, me de oque nós queremos — ele deu ênfase no nós.
Revirei os olhos e passei meus braços pelo seu pescoço vendo ele sorrir e levar o olhar aos meus lábios.
Segurei sua nuca e o puxei para um beijo calmo e devagar, suas mãos seguraram firme em minha cintura e minhas mãos puxavam seus cabelos enquanto nossos lábios travavam uma batalha infindável a qual eu esperava que não acabasse em momento nenhum.
Nem mesmo os gritos dos nossos amigos atrapalhavam nossa sincronia, sinto a mão de Gabriel descendo para minha bunda e apertando a carne do local me fazendo arfar em sua boca.
Seu sorriso denunciou que era isso o que ele queria, sua mão apertou novamente o local e eu percebi que ele estava fazendo isso para me provocar, então resolvi jogar o jogo dele também.
Separo o beijo vendo o moreno a minha frente com a respiração ofegante, o cabelo bagunçado e os lábios vermelhos e enchados, quando esse menino não fica bonito?
Seus lábios exibem um sorriso malicioso, olho em volta e vejo que nossos amigos foram para a parte da frente da casa (provavelmente para nos deixarmos sozinhos).
O empurrei para sentar na cadeira que tinha atrás do mesmo e sentei em seu colo.
— Seu problema Gabriel, é que você provoca e não termina — comecei a rebolar em cima do mesmo, o vendo jogar seus braços para trás e se apoiar nos mesmos com um sorriso no rosto.
— Tem certeza que sou eu que não termino? — sua mão direita foi parar em minha bunda e aperta a mesma.
Eu já sentia deu membro ereto por debaixo do short, levei minha mão até lá e o apertei escutando seu gemido rouco em meu ouvido.
— Vamos lá pra cima? — ele começou a distribuir beijos em meu pescoço.
— Pra que ir lá em cima — levantei de seu colo o vendo me olhar confuso com o maxilar trincado — Quando se te tem uma piscina gigante dessa — peguei em sua mão e pulei na piscina com o mesmo.
Fui em direção a Gabriel e o beijei ferozmente sentindo suas mãos irem para minha coxa me levantando e me fazendo enrolar minhas pernas na minha cintura.
O moreno a minha frente abaixa seu shorts e arrasta meu biquíni para o lado me penetrando de uma vez, agarro seus ombros fechando meus olhos e abrindo minha boca, porém nenhum som saia.
— Não para — sussurrei em seu ouvido gemendo baixinho.
— Por que eu pararia? — ele me encostou na parede e começou a estocar mais rápido.
Tudo oque se escutava ali naquela área era a água se mexendo e nossas respirações ofegantes.
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etcha atrás de etcha 😼
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Saturn;Loud Bak
Science FictionOnde Babi sem querer acaba colocando uma velha amiga da Loud em um grupo de resenha.
