[ REESCRITA: INÍCIO: 12/05/2023
Sebastian Velark. Um homem poderoso. Por trás de uma bela aparência e um corpo de arrancar suspiros de muitas, há algo tremendo, maligno e demoníaco. O que ele quer ele tem e não importa o que tem que fazer. Se for p...
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N/A: Boa noite meninas. Espero que estejam bem. Venho agradecer as mensagem de carinho a respeito da morte do meu irmão, li cada mensagem entt agradeço de coração por todo apoio e carinho.
Quem quiser me seguir no insta: @autorayasmimsantos
Mais uma vez obrigada.
Ótima leitura.
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Háumanévoaocultando minha visão, impedindo que eu veja a profundidade
de minha dor. Há rochas por toda parte, sinto ao esticar minhas mãos e sentir a rigidez fria contra minha pele. Estou presa, não consigo sair, não há para onde ir. A ciência de que a saída está próxima é crível, sei que a liberdade não irá proporcionar o que tanto desejo. Pois o resultado não é nada mais do que a condenação por sentir tudo o que não deveria. — Yasmim Santos.
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JÉSSIKA VELARK
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Sebastian não emitiu uma só palavra desde o ocorrido, tampouco me acompanha em refeições, era como se ele não morasse ali, como se eu estivesse completamente sozinha. Faz uma semana e meia que toda essa situação se solidificou, desde então tenho buscado manter a seriedade quando tudo parecia forçar-me a enlouquecer.
Duas noites atrás o encontrei no corredor, houve apenas uma troca de olhar, onde ele foi o primeiro a desviar e se trancar no escritório — naquela fatídica manhã, acordei e ele já não estava, o procurei por todos os cômodos, enviei mensagens que não foram respondidas, ninguém possuía autorização para me dizer onde ele estava e quando pretendia voltar. Deveria estar feliz, deveria agradecer por estar longe dele, eu deveria…mas não estou, e isso era horrendo até para admitir.
Estava acordada desde às três da manhã, devido as luzes que iluminam a propriedade, pude contemplar os primeiros flocos de neve cair, permaneci assim por horas, até a escuridão se dissipar aos poucos e revelar um céu completamente cinzento — viro para o lado esquerdo e pego o celular em cima do pequeno móvel, verifico as horas e consequentemente encaro a data…
— Feliz aniversário, Jéssika — sussurro em completo desânimo, deixo o celular no mesmo lugar e deixo a cama.
Durante o banho me trouxe uma espécie de crise existencial, o tempo pareceu ter passado em uma velocidade absurda, não fazia ideia ou não quis me atentar de fato, todavia, estar presenciando o último mês do ano e consequentemente meu aniversário, tudo pareceu me atingir em cheio, o que me levou a refletir mais do que já tenho feito. Depois de vestir confortavelmente, faço um rabo de cavalo e sigo pelo corredor, a mansão toda estava bem aquecida, conforme descia as escadas pude sentir o cheiro gostoso de café fresco, o que me trouxe um pouco de ânimo, visto que o cansaço era nítido.