Até onde sua imaginação pode te levar? Quem nunca se fantasiou em uma situação amorosa ou até mesmo picante com o îdolo?
Bom, seja bem-vind@ ao mundo de ilusões baseados em Supernatural.
( ) Pedidos Abertos (tenha paciência comigo, tô voltando a es...
Foi um pouco difícil, porque eu não sabia o que Sam tem que o pai da s/n não gostaria. É quase impossível!! Então tive que fazer algumas alterações.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
─ Você tem certeza disso?
─ Sim! Quero que você conheça meus pais. Eles vão amar você, não tenho dúvidas.
─ É só marcar o dia ─ disse Sam, sorrindo.
─ Ah, que bom! Porque eu já combinei que íamos almoçar com eles hoje.
Sam ficou quieto, me olhando fixamente.
─ Podia ter me avisado, né?
Eu apenas dei um largo sorriso, fingindo que não sabia de nada.
As horas passaram voando e logo já estávamos nos arrumando para um almoço "tranquilo" na casa dos meus pais.
Com muito custo, conseguimos convencer Dean a nos deixar ir com o Impala. Feito isso, seguimos caminho até a casa simples de fazenda onde meus pais moravam.
Eu estava um pouco nervosa. Meu pai sempre foi ciumento quando o assunto era eu.
Sam deve ter percebido meu nervosismo, porque pegou minha mão e me trouxe de volta à realidade.
─ Não se preocupe, vai dar tudo certo ─ ele disse, com aquela calma que só ele tem.
Eu amava o quanto Sam me fazia sentir segura e confiante. Ele era meu conforto.
Nos dirigimos até a porta e toquei a campainha. Esperamos até meus pais nos atenderem.
─ Minha menina! Que bom que você veio! ─ minha mãe me surpreendeu com um abraço apertado.
─ Também é bom te ver, mãe ─ retribuí o abraço, sorrindo. ─ Esse é o Sam Winchester, meu namorado.
Ela finalmente me soltou e envolveu Sam em um abraço. Minha mãe sempre foi dessas, adorava abraçar todo mundo.
─ É bom finalmente conhecer você! Minha menina fala tanto do homem alto que ela ama.
─ Mãe! ─ reclamei, um pouco envergonhada. ─ E onde está o pai?
─ Está lá nos fundos, querida. Mas olha só a minha falta de educação, entrem!
Entramos e logo estávamos os quatro reunidos na mesa da cozinha. Servimos o almoço e meu pai não parava de fazer perguntas pro Sam. Tadinho.
─ Tenho a impressão de já ter te visto em algum lugar ─ disse meu pai, franzindo a testa.
─ Não sei onde seria...
─ Não foi você que estava segurando um cara no bar outro dia? Um loiro bêbado? ─ perguntou meu pai.
Ah, meu Deus! Não... Se o Dean for o motivo do meu pai não gostar do Sam, eu juro que mato o Dean!
─ Ah, meu irmão... ele bebe um pouco demais, e os outros não gostam muito quando ele ganha nas partidas de sinuca. Ele não trapaceia, mas adora se exibir ─ Sam respondeu calmo.
─ Você é irmão daquele imbecil?
Sam levantou o olhar e ficou paralisado. Eu queria que ele negasse, mas era tarde demais.
─ Fora da minha casa, agora!
─ Querido... ─ minha mãe tentou segurar o braço dele, mas foi interrompida.
─ Aquele cafajeste tem uma bela reputação na cidade e eu não duvido que você seja diferente! Quero você bem longe da minha menina!
─ Pai, calma! Você entendeu errado! O Dean é a ovelha negra, o Sam é mais pra...
─ Não quero saber! Quero ele fora daqui e fora da sua vida!
Eu estava perdendo o controle da situação e nem conseguia explicar pro meu pai o quanto Sam era diferente do irmão. As lágrimas ameaçaram sair, mas eu me segurei.
Meu pai sempre foi um homem difícil. Se eu não conseguisse convencê-lo de que Sam era um bom homem, eu nunca conseguiria nada.
─ Paulo, se acalme! Sua filha está grávida. Não vamos deixá-la nervosa ─ disse minha mãe.
Pronto. Ela soltou a bomba que eu estava guardando. Eu não tinha contado pra ninguém ainda e não podia acreditar que ela revelou assim, do nada.
Quando percebeu o que fez, minha mãe me lançou um olhar de desculpas.
─ Como é que é?! ─ meu pai fuzilou Sam com os olhos e agarrou a gola da camisa dele. ─ Você engravidou a minha filha?!
─ Eu... eu... ─ pobre Sam, ficou tão nervoso que mal conseguia responder.
─ Pai, solta ele! Ele nem sabia que eu estava grávida! ─ falei, e ele me obedeceu, soltando Sam.
─ O Sam é pai do meu filho e eu posso garantir que ele não tem nada a ver com o Dean. O Sam é um advogado bem-sucedido, o homem mais inteligente que eu conheço. Ele tá longe de frequentar bares... Ele nem sequer come bacon!!!
Assim que eu disse isso, meus pais olharam pra Sam com um olhar... estranho. Um misto de dúvida e confusão.
─ Sua filha tem razão. Meu irmão é um imprestável e eu tô longe de ser igual a ele. Eu amo sua filha e quero o melhor pra ela. Quero uma vida com ela e estou disposto a tudo para fazê-la feliz ─ disse Sam, firme e sincero.
As palavras dele me tocaram. Sam era realmente um homem maravilhoso e eu o amava.
Depois que meu pai se acalmou e aceitou o fato de eu estar grávida e namorando o Sam, o clima mudou. O almoço até que foi tranquilo no fim das contas, e eles conseguiram se entender.
Já estava quase escurecendo quando decidimos ir embora. Chegamos em casa e encontramos o Dean todo folgado no sofá, assistindo Indiana Jones.
─ E aí, como foi com o sogrão? ─ perguntou ele, olhando por cima do ombro.
─ Graças a você, eu quase fui reprovado! ─ reclamou Sam.
─ Por quê? Eu sou adorável ─ respondeu Dean, todo convencido.
Sam e eu reviramos os olhos e subimos pro quarto.
─ Acha que devo contar pro Dean que eu chamei ele de imprestável? ─ perguntou Sam, já rindo.
─ Acho que você devia fazer algo melhor... tipo dar atenção pra mamãe aqui ─ falei, mordendo os lábios e puxando ele pra mais perto.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.