Até onde sua imaginação pode te levar? Quem nunca se fantasiou em uma situação amorosa ou até mesmo picante com o îdolo?
Bom, seja bem-vind@ ao mundo de ilusões baseados em Supernatural.
( ) Pedidos Abertos (tenha paciência comigo, tô voltando a es...
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Aqueles olhos azuis. Aquela carinha torta para o lado. Aquela boca. Aquele cabelo. Aquela inocência... Aquele anjo estava tirando toda a minha concentração.
Castiel e eu fomos resolver um caso juntos, pois os Winchester estavam ocupados, e eu insisti para que eles não fossem, deixando apenas eu e o anjo sozinhos.
Vesti uma roupa social que enganaria qualquer um, mas não deixei de lado um belo decote.
O barman que estávamos investigando não tirava os olhos de mim, e, de certa forma, isso me irritava, já que meu alvo não era ele… e sim meu parceiro.
─ Será que você pode se concentrar mais nas perguntas? ─ questionou o anjo.
Ele estava desconfortável, e isso era claramente visível. A todo momento, puxava a gola da camisa, inquieto.
O comentário de Cass não adiantou muito. O homem continuava a encarar meu decote enquanto respondia sobre o ocorrido.
— Eu já disse! Sabe quantas pessoas pedem uma bebida? Muitas! Então fica difícil saber quem é o indivíduo que vocês estão procurando, e também... — Eu já não estava mais prestando atenção naquela falação.
No balcão, havia uma taça cheia de cerejas em calda. Peguei uma com dois dedos e a levei à boca, deixando que a calda escorresse pelos meus dedos, fazendo os olhos azuis do meu parceiro acompanharem cada movimento.
Seu olhar subiu até encontrar o meu, que já o observava de forma maliciosa.
Lambi lentamente a calda dos meus dedos de uma maneira bem provocante. Quando peguei outra cereja, deixei que a calda escorresse dos meus lábios, deslizando pelo meu pescoço e sumindo entre os meus seios.
─ Que tipo de agentes vocês são? Estão prestando atenção? ─ indagou o barman, desconfiado.
─ Com licença ─ pedi, saindo do bar, já percebendo que estava sendo seguida.
─ Posso saber o que você estava fazendo lá dentro? ─ perguntou meu parceiro, me alcançando.
─ Estava me distraindo. Aquela investigação estava chata ─ respondi, caminhando até a antiga caminhonete estacionada bem à frente do bar. ─ E acredito que as coisas possam ficar mais interessantes.
Abri a porta traseira e me escorreguei pelo assento, fazendo um aceno para que o anjo viesse também.
Puxando-o pelo colarinho, uni seus lábios angelicais aos meus. Ele teve certa dificuldade em fechar a porta atrás de si, tamanha era a urgência que nos consumia.
Deitei-me, permitindo que ele ficasse por cima de mim, sem que nossos lábios se separassem. Eu estava úmida entre as pernas, tomada pelo desejo e pela necessidade de sentir aquela espada de anjo dentro de mim. Castiel era ingênuo, mas não era nossa primeira vez. Ele já sabia exatamente o que fazer e havia decorado cada ponto do meu corpo onde eu sentia mais prazer.
Afasto seu sobretudo e, logo em seguida, sua camisa, revelando seu corpo escultural. Castiel, não satisfeito, rapidamente desfaz-se das minhas roupas, depositando beijos e chupões onde, há pouco, a calda havia escorrido, subindo até meus seios. Ondas de prazer percorriam todo o meu corpo, me deixando ainda mais molhada ─ se é que isso era possível.
Sua virilha se esfregava na minha. Seus apertos em meu corpo, nossos lábios unidos, meus arranhões marcando suas costas... Tudo estava em perfeita sintonia, até que ele me penetrou. Começou com movimentos lentos, me fazendo sentir cada centímetro seu me preenchendo, me explorando. O ritmo aumentava na mesma medida em que meus gemidos se tornavam mais altos e descontrolados. A força quase bruta de suas mãos segurando meu quadril fazia meu corpo estremecer. Os vidros da caminhonete estavam completamente embaçados pelo calor que emanava de nós.
Aquele anjo me proporcionava sensações indescritíveis, novas formas de senti-lo, de me perder nele. Não demorou muito para que eu e ele chegássemos juntos ao ápice, tomados pelo prazer.
Seu corpo permaneceu sobre o meu, seus olhos azuis me encarando, intensos.
─ Agora entendi por que você deu tantas indiretas para que os rapazes não viessem ─ murmurou, ofegante, com aquele sorrisinho torto que me fazia perder o juízo.
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