Ana Flávia estava vivendo sua vida, o mais simples possível, ela trabalhava como secretária, em um grande escritório de advocacia até Carllos Daniel aparecer em sua vida Ao dizer "Não" para ele, ver sua vida muda.
Agora ela não sabe se amor ou...
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Depois de me deita apaguei literalmente falando, mas como hoje é sábado e minha folga, posso dormir até mas tarde, então me viro para o lado e volto a dormir, tudo parecia perfeito, sábado, folga, sono, até que escuto a campainha toca loucamente, como muito esforço pois estou morrendo de sono me levanto.
—Já vou! Quem é tá com pai na forca para toca campainha assim, Eu disse que já estou indo!—gritei ao caminhando em direção a porta do meu apartamento.
Seja quem for espero seja importante por que estou com um mal humor do cão, por me acordarem assim. Ao abrir a porta do meu apartamento, juro que não acredito, nem nos meu piores pesadelos, ser sequestra coisa do genro, nunca absolutamente nunca imaginei essa cena, na minha vida.
—O que está fazendo aqui?!—Questionei ao vê-lo.
Carllos Daniel, estava tocando feito loco a campainha. Quando abrir a porta, ele ficou olhando fixamente para mim, quando me dou de conta estou só de pijama e ainda, mesmo assim e sexy de mais para receber qualquer um na minha casa, sair correndo até meu quarto e peguei meu roube, o vestir, voltei para porta, mas quando vejo ele está sondado no sofá da minha sala de TV, e a ainda por cima assistindo, não me aquento, tudo bem lá na empresa por que é o chefe, mas na minha casa não, poder um pouco do sangue nordestino não sou de aquenta muita coisa não.
—Aonde e o incêndio para você fim até minha casa uma horas dessa e toca a campainha, ainda por cima está aí sentado no meu sofá, minha TV ligada !—Ele me olhou.
—Você ainda está desse jeito?! Por que ainda não se vestiu?!—Gesticulo com a mão para minha direção e olhei para mim.
—Me vesti pra que ?!—Voltei olhar para ele.
—Para ir trabalhar esqueceu?! Você é minha secretaria e assistente pessoal.—Falou cruzando a pernas e se encostando no sofá.
—Infelizmente não...—Murmurei.—...mas só trabalho para você na segunda, e hoje é sábado portando pode levanta, do meu sofá e sair do meu apartamento!—apontei para porta.
—Quem falou que não trabalha no sábado?!—indagou descruzando a pernas.
—Por que sempre foi assim com o Edwards!—Afirmei
—Deste quando você são próximos para o chama-lo de Edwards?!—Levantou-se e veio em minha direção. —Para você é senhor Edwards. Está me ouvindo?!—Me encarou
—Espera um pouco quem você pensa que é?!—Respondi no mesmo tom. —Para vim na minha casa, é fala como eu devo o não chama um pessoa que conheço a anos ?!—mantive o mesmo olhar que ele. — Se toca você é a pena meu chefe, a assim mesmo quando estiver no serviço fora dele não somos nada um do outro, então sai da minha casa!—Ordenei
—Que disser que não vai trabalhar hoje?!—Indagou ainda com sua voz seria.
—Mesmo que eu, quisesse, coisa que não quero, não poderei ir olha para o estado que está meu pé por conta de ontem?! —Ele olhou para meus pés.