Marília narrando:
Um mês havia se passado e eu posso dizer que está tendo paz nessa casa e uma metade de mim estava completa. Minha barriga já estava grande e todo via que eu já não andava mais sozinha, que tinha mais um coração dentro de mim.
Eu e Henrique, bom... Nós estamos bem, talvez tendo uma amizade? Nesse primeiro mês ele me surpreendeu, o suficiente pra perdoa- lo? Não, mas estou sendo calma e indo no meu tempo. Não vou mentir que na maioria das vezes que ficamos sozinhos um beijo, um abraço e um carinho sai mas nada além disso, ele me dá beijo na testa pra agradecer pelo jantar ( Quando eu faço por que na maioria das vezes está sendo ele), geralmente ficamos abraçados com as crianças ou quando estamos vendo filme. Essa são algumas aproximassoes que meu coração deixou e que não se incomodou, pelo menos eu acho... Aos poucos, tudo volta ao normal ou quem sabe né?
Marília: Marina, Heitor, vem almoçar
Hoje era quinta e caiu num dia de folga e feriado, as crianças e Henrique estavam em casa, ele estava assinando algumas coisas do escritório e parecia nervoso.
Marília: Tá tudo bem?
Fui até ele e sentei ao seu lado
Henrique: Esses clientes estão prestes a perder o processo e eu não consigo resolver nada.
Marília: Ei, come alguma coisa, se acalma e depois você termina isso.
Alisei os braços dele em forma de conforto e ele abaixou a cabeça e logo depois olhou pra mim.
Henrique: Você é o meu anjo
Ele roubou um selinho e saiu indo até o fogão pra colocar sua comida e eu revirei os olhos.
Marina: Mamãe, quando eu crescer vou poder beijar na boca igual você e o papai?
Henrique quase cuspiu o suco que acabava de colocar na boca e eu coloquei a mão no coração de nervoso, mas eu queria rir da cara de Henrique
Henrique: não mesmo, vai beijar só quando eu tiver bem velho
Não aguentei e gargalhei com o que ele disse, olhei pra marina e disse calma
Marília: meu amor..está cedo demais pra você pensar nisso, por enquanto de preocupe com a escola e brincar tá bom?
Marina: sim senhora mamãe, Marina vai esquecer isso
Heitor: beijar na boca é nojento, eca
Torceu o nariz e dessa vez Henrique também gargalhou eu sofri admirando o sorriso dele, almoçamos e as crianças foram brincar no quarto delas, enquanto eu lavava a louça senti braços fortes o meu redor e sorri de canto
Marília: pois não?
Henrique: eu tô com tanta saudade de ter um beijo de verdade...
Sussurou em meu ouvido e beijou meu pescoço me fazendo arrepiar totalmente, ele me virou devagar pra ele e eu fechei meus olhos
Marília- Henrique....por favor
Tentei imledir ele mesmo sem vontade que ele parasse, ele me lascou um beijo profundo e apaixonado, segurei em sua nuca retribuindo o beijo
Henrique: como eu senti falta disso...o seu beijo é o meu combustível pra viver amor
Marília: também senti falta..
Henrique: posso contar voltar pro nosso quarto?
Marília: naninao, eu ainda não consegui perdoar o que aconteceu, então é quarto de hóspedes até lá
Henrique: poxa amor.... nem hoje?
E fez uma carinha de cachorro abandonado que me fez saltar uma risada, liguei um selinho e fiz carinho em seu rosto
Marília: não... Tenta me entender por favor, ainda dói demais ainda
Dessa vez ele que alisou o meu rosto e fez um carinho, eu sorri fraquinho e beijei a mão dele
Henrique: eu vou conseguir reconquistar sua confiança, eu prometo
Eu sorri fraquinha acenei com a cabeça, é tudo que eu mais queria nessa vida
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Reconciliação a vista.....🥵🥵, 10 estrelinhas pra eu voltar ainda hoje
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Surreal Love 2
FanfictionSerá que mesmo após dois anos a vida de Marília e Henrique continua perfeita? O amor as vezes enfrenta muitas barreiras, as vezes ele é forte o suficiente pra enfrentar isso, as vezes não. Marilia agora com seus 28 anos e Henrique com seus 34, Marin...
