XIX

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Passou-se duas semanas desde o ocorrido, o Jhonny cuidou de tudo para que eu me sentisse bem. Me deu amor, carinho, cuidados e atenção. O que não é novidade quando se trata dele, mas ele multiplicou todas essas coisas para que eu esquecesse o que eu tinha passado. Ele nem me procurou mais pra fazer amor, tinha medo do que eu poderia sentir. Mas olhando em seus olhos eu conseguia sentir seus desejos quando estava comigo.

Hoje estou aqui na varanda, o jhonny está no trabalho desde cedo. Já são umas quatro da tarde. Esses dias senti ele diferente, estava pensativo, nervoso, ancioso. Mas não me falava nada. Eu já o conhecia bem pra saber que ele não estava normal. Então de longe vejo a Daiana vindo em direção a mim. Ela veste um vestido curto amarelo e vem toda sorridente.

– Daiana ? Que bom vê você aqui. ( Comprimento ela com um abraço.) Eu estou vestindo um vestido branco tomara que caia, e por cima um casaco preto.

– Vim convidar você pra passear, pra distrair um pouco, vamos?

– Claro, será ótimo.

Então saímos rumo a casa dela. Então de longe pude ver uma multidão de peões reunidos. Estavam todos enfileirados próximo de uma árvore e todos vestiam roupas brancas. No meio deles se formava uma passagem que levava ao Jhonny.

De repente comecam a tocar uma música ao som de uma harpa. Então a Daiana pediu pra eu ir em direção a ele. Já começei a ficar emocionada, o Jhonny vestia uma camisa social branca com mangas até os cotovelos e uma bermuda preta. Estava com seu sorriso lindo olhando pra mim enquanto eu caminhava.

A música continuava emocionando a todos. Então o Jhonny começou a falar.

– Isabella... Deus mudou todo o meu caminho apartir do momento em que encontrei você . Mas ele me permitiu e me deu de presente o seu coração pra eu cuidar. Pra que a gente pudesse juntar aqui na terra a sua vida e a minha vida e a gente selasse lá no céu esse laço de amor, de alegria, de felicidade e de união perante de Deus. Minha deusa, meu presente de Deus. Eu te amo amor, casa comigo? ( Nesse momento todos começaram a aplaudir, eu já me derretendo em lágrimas corri para seus braços).

– Claro que eu caso. Eu te amo.

O FazendeiroHistórias para pegar e não largar. Descubra agora