Svetlana recebe uma proposta de trabalho irrecusável em Nova York. Logo quando aceitou, a russa já imaginava que sua vida mudaria completamente e torcia que fosse para melhor.
Só que Svetlana não imaginava que logo em sua estadia na cidade, um acide...
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15 de novembro de 2019
Sexta-feira
Sam parou ao lado da maca de Svetlana com uma expressão preocupada, seu olhar a analisou rapidamente voltando a olhar seu rosto com um curativo na testa e alguns outros arranhões superficiais.
— O que aconteceu? — Natasha questionou, parada ao lado da poltrona em que Bucky estava sentado — Como foi esse acidente?
— Um carro preto seguiu o veículo em que eu estava... no começou achei que fosse apenas paranoia da minha parte, mas daí algo atingiu a roda do carro, logo em seguida houve uma explosão e o carro capotou — Svetlana tentou explicar o melhor que conseguiu, lembrando com não tanta clareza do acontecimento. Até agora, ela estava confusa com o que aconteceu, tentando entender o motivo que resultou naquele ataque.
— Algo assim já aconteceu com você antes? — Bucky questionou e Svetlana percebeu que ele parecia desconfiado de alguma coisa.
— Meus pais são empresários famosos na Rússia, tentativas de sequestros já aconteceram, mas isso não foi uma tentativa de sequestro e sim de homicídio — Svetlana tentou disfarçar a voz angustiada.
Bucky saiu da poltrona para que Natasha sentasse, indo para o outro lado da cama, ao lado de Sam.
— Existe a possibilidade de... — Sam se auto interrompeu.
— A possibilidade de...? — Svetlana incitou ele a completar a frase.
— Estarem usando você para chegar até nós — Sam disse rapidamente, mas todos entenderam perfeitamente sua fala.
— Não sei se é possível — Svetlana franziu o cenho — Tipo... ao menos que estejam me vigiando 24 horas.
— Não é tão impossível — Natasha se pronunciou — A praça em que vocês ficam conversando, é do condomínio, onde qualquer um pode ter fácil acesso e observar tudo.
Svetlana não respondeu. Ela não concordava que seria essa a causa. O que diabos ela afetaria na vida deles para que a atacassem daquela forma? Svetlana ficou ponderativa. Natasha seria um alvo, tendo em vista que não estava com condições 100% para luta... mas se bem que, mesmo grávida, conseguia ser mais mortal que qualquer outra pessoa. Svetlana soltou um suspiro cansado, sem conseguir chegar a um raciocínio lógico, e com medo de ter algum outro ataque nos próximos dias.
— Vou buscar alguma coisa na lanchonete, alguém quer? — Sam perguntou. Svetlana ia levantando a mão, mas Sam a interrompeu — Tirando Svetlana.
— Que droga! — resmungou.
— Vamos lá, eu quero esticar as pernas — Natasha levantou da poltrona sendo aparada por Steve para que ela se apoiasse nele — Eu sei andar, Steven Rogers.
— Mas, Nat...
— Sai — Natasha se afastou de Steve, andando na frente, mas logo voltou atrás e passou o braço pela sua cintura para que ele andasse ao lado dela. Svetlana soltou um pequeno riso, eles eram muito opostos um do outro, mas, ao mesmo tempo, combinavam muito.