Pedido

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Marinette on:

Estava deitada em minha cama lendo um livro, eram 22:00 da noite, quando vejo um papelzinho passar por debaixo da minha porta.

"Que porra é essa? Virou Annabelle agora?"

"Não vou pegar, a curiosidade matou o gato"

Tentei colocar na minha cabeça pra não pegar o papel, mas não adiantou, em menos de 2 segundos estava agachada lendo o que estava escrito.

"Mari, preciso da sua ajuda."

Ass: Nino

Ele deve ta louco, porque quem em sã consciência mandaria um recado as 22:00 da noite em uma papel, PAPEL!

Abro a porta, imaginando que ele iria estar ali, mas não.

- Sério que ele quer que eu vá atrás dele? - digo entediada. - Só vou porquê sou curiosa.

Saio do meu quarto, passo pelo quarto de Chloe e de Alya até chegar ao quarto de Nino.

Bato na porta, e após 10 segundos ele abre e me puxa pra dentro, sem me dar tempo de falar nada.

- Você ta lou...- ele me interrompe colocando a mão em minha boca.

- Faz silêncio, não tem sou eu aqui no quarto. - tira a mão da minha boca e aponta para a sua cama, e lá está Alya, jogada, em um sono muito, muito profundo.

Alterno o meu olhar entre ela e ele, várias e várias vezes, até entender o que está acontecendo.

Eles estão juntos...

Iria gritar, mas Nino é mais rápido e tampa a minha boca com sua mão mais uma vez, me arrasta pra fora do quarto, e fecha a porta devagar para não acordar ela.

- AAAAAAAAAAA!! - balanço minhas mãos igual uma adolescente que tinha acabado de conhecer o maior ídolo. - COMO? DESDE QUANDO? COMO ACONTECEU? VOCÊS JÁ FIZERAM...

- Meu Deus Marinette! Eu vou te explicar tudo no caminho. - pega o seu moletom verde claro.

- Meu Deus eu to passando mal, finalmente estão juntos, depois de tantos anos com fogo no toba. Mas aonde nós vamos? É muito tarde pra sair nas ruas, akumatizados estão rondando a cidade.

- É perto. - pega minha capa vermelha que estava pendurada em um cabide perto da porta e taca ela em cima de mim. - Pega.

- Ai! - tiro a capa da minha cara, e o olho com cara de poucos amigos. - Dá pra você me falar onde vamos?

- Nossa senhora, me daí paciência. - murmurou.

- EU OUVI! - Cruzo os braços brava.

- Dá pra falar mais baixo, porque se não a Mariane acorda.

- Desculpa, MAS FALA!

- Vamos ir ver o Whaizy.

- Ata pensei que era algu- raciocínio o que ele disse. - Pera, O WHAIZY? - Nino me olha entediado, então abaixo um pouco a voz. - O que você quer com o Whazy, a uns 2 dias atrás vocês estavam quase se matando. Isso é amor de irmãos?

- Ele e você vão me ajudar, vamo logo que eu explico no caminho. - diz já saindo de casa.

- Tá, tá, já tô indo. - Arrumo a fita verde em meu cabelo, coloco a minha capa e saio pela porta, onde dá de frente para uma rua vazio, destruída, com uns cacos de vidro no chão e um pouco de lixo espalhado. Mas o que mais tinha era neblina, deixando a cidade em uma tremenda escuridão, mas não por conta de estar de noite, mas porque a luz da cidade do amor já acabou a muito tempo.

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