Capítulo 20

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Oi gente, saudades? Eu iria postar no meio da semana, infelizmente, no momento em que eu ia colocar tudo aqui, sem querer, apaguei o capítulo, de novo. Doeu pacas, tinha passado um bom tempo criando o melhor capítulo da história até agora (na minha opinião), bateu uma depressão, passei uns dias sem vontade de escrever e aqui estou eu novamente com o máximo que pude lembrar de ter escrito.

Negrito: Falas
Itálico e sublinhado: As Vozes da jinx.
---XXX-- mudança de povs ou quebra de tempo.

AVISO: Esse capítulo PODE POSSUIR GATILHOS.

Seja forte!

Boa leitura.

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Jinx acordou com o frio gelado do vento passando pelo seu corpo na madrugada. Ela sentiu em seu ser que algo não estava certo.

Ela podia ouvir os sussurros deles pairando sobre ela clamando atenção. Ela tentou ignorar suas vozes e voltar a dormir.

Porém, eles eram violentos, ele a forçaram ver na parede a data de hoje e isso a encheu de pânico.

Não, aquela data não...

O vento da janela aberta que deixou noite passada, passa pelo quarto e mesmo assim, Jinx fica paralisada olhando para o nada em particular, seu coração acelerado e seus ouvidos registram um som irritante que vem da torneira do banheiro.

Pinga, Pinga.

Não, não, não!

"Mais um ano para você, menos um para nós."

Mylo rasga o silêncio com uma garra em um quadro e isso faz seus ouvidos zunirem e todo seu corpo ficar rígido de medo.

Pinga, pinga...

Ela pode sentir eles perto dela, Jinx engole em seco e se senta encolhida na cama, mãos nos ouvidos.

Não adianta, eles estão altos demais. Por que eles são tão altos?

Por que eles clamam pelo nome almadiçoado a muito perdido em um mar de vermelho em um dia infeliz? Eles não sabe que aquela garota morta não vai mais voltar?

Azar. Ela era azar agora.

"Você está feliz agora, assassina? 16 anos. Eu tinha 16 anos quando morri, eu lembro bem o dia que comemoramos, eu ganhei uma nova gazua do Vander e ele me deixou beber cerveja com ele, Claggor e Vi."

A voz dele interrompe seus delírios e Jinx morde o lábio, quando a respiração com cheiro de ferrugem de sangue, passa pelo seu nariz. Lembranças que ela não quer lembrar veêm a mente e Jinx sente tanto.

Pinga, Pinga...

— Eu só queria ajudar...

"AJUDAR A NOS MATAR?"

Grita e a empurra da cama, Jinx cai no chão sentindo seus joelhos e mãos rasparem o chão e se ferirem.

Jinx pode sentir o terror por todo seu ser, a maneira como tudo é tão frio e alto. Ela se sente mau, seu coração a mil, sua respiração é falha.

"Não vai olhar em meu rosto irmãzinha, não quer cantar parabéns e assoprar as velinhas como fazíamos?"

Ela nega com a cabeça se encolhendo no chão. A azulada pode ouvir eles xingarem ela, e não pode deixar de se encolher mais com cada insulto lembrança de dias felizes que a garota morta tomou deles.

REDEMPTION (Jinx, Caitlyn X Vi) Histórias para pegar e não largar. Descubra agora