o orfanato...

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Bem como eu já disse ninguém queria ficar comigo,Por isso tive que ir numa casa de adoção um inferno chamado "orfanato", Aonde as crianças mesmo safadas, toda as vezes que algum pai vem elas fazem cara de anjinho,Para serem adotadas. Lá nos tínhamos aulas, como pessoas normais.

Bem todos eram adotados menos eu... cada dia que se passava completava um ano e ninguém me queria ate parece que eu sou um "monstro".

Os anos se passaram, fui crescendo, Ate atingir uma certa idade em que não poderia  mais ficar no inferno... Fui arrumar as minhas malas,E então as freiras me deram dinheiro para que eu possa comprar um lar para mim,bom na verdade é obrigação da Lei, mas enfim. Pesquisei também na internet sobre algumas faculdades de que eu possa frequentar e os cursos que eles oferecem para Fazer algum.

Achei o meu novo "lar doce lar pela" internet... Não e chiquê, também não quero coisas chiquês. Ele é ideal aconchegante, bom para que... Digamos "fabuloso" se a maioria do meu tempo será dedicada ao meus estudos.

Os dias se passando,Uma semana, 2 semanas, enquanto finalmente pudesse de sair de lá. Já fui começando a me despedir das freiras, E agradece-las do lar "ridículo e chato" que me deram por esses anos todos. Mas era o que tinha.

 Chegando no dia logo pela manhã,chamaram um táxi para mim,  Aonde passei o endereço ao motorista do local em que iria,Passando quase duas horas dormindo no táxi,Acordei meio com dor no pescoço e um pouco babada. Me ajeito e Apoio meu braço na janela e observo a Paisagem do local em que estávamos passando.

Estava um belo dia, mas chovendo.

Subi os de grais quase correndo, Com ansiedade de chegar no local e Ver tudo do jeito certo.Mais para minha "SORTE'', Chegando no ultimo, não sei por que , e nem o que deu, mas eu escorreguei bonito, mas quando estava me preparando psicologicamente para cair , sinto mãos em minha cintura...Como estava com a minha cabeça virada para traz, giro ela lentamente até que eu possa ver de quem são aquelas mãos.

virando-lá .Era de um garoto de parecia ter mais ou menos minha idade, cabelo preto e Forte.

- Toma mais cuidado da próxima vez mocinha. - Diz ele , Ainda me Segurando.

- Hamm... Eu não sei como lhe agradecer! - digo meio sem graça,Tirando suas mãos de minha cintura.

-Deve ser você a nova vizinha!? - pergunta fazendo gestos com as sobrancelhas.

-Eu mesma! - Digo alegre por alguém já ter  me reconhecido.

Ele me da um beijo na bochecha e diz:

- Prazer em te conhecer! Mais tarde lhe dou as boas vindas! Tchau.

isso não é um conto de fadasOnde histórias criam vida. Descubra agora