-Vou querer três maços de cigarro. - Louis pediu para a atendente.
Louis agora fumava apenas um maço de cigarro por dia, era um grande avanço, antes ele fumava três.
-15 libras, vai querer mais alguma coisa, gatinho? - a atendente Piscou para ele.
-Não, obrigado. - Louis Piscou de volta e sorriu.
Louis pagou e saiu da loja. Estava muito frio, ele sentia falta de fumar uns baseados, mas ele estava tentando mudar, ele tinha prometido para Harry no hospital.
Louis percebeu que um carro o seguia, ele começou a andar mais depressa e o carro aumentou a velocidade. Louis parou e se virou para o carro.
-Qual é a sua, mano?! - Louis gritou, batendo na janela do carro.
A porta do carro abriu, e Louis ficou surpreso ao ver quem era.
-Stan, o que faz aqui? - Louis perguntou.
-Entra no carro, Louis.
Louis não queria, mas entrou não tinha outra saída.
-Você sumiu, Louis, o que houve? - Stan perguntou, colocando apertando a coxa de Louis.
-Estou trabalhando honestamente agora, quero mudar. - Louis disse sendo sincero.
-Você quer mudar? - Stan subiu mais a sua mão ficando bem próxima do membro de Louis. -É o cara casado que está fazendo sua cabeça?
-Sim, eu amo o Harry, e vou mudar por ele. - Stan gargalhou. -Vou arrumar o dinheiro e te pagar, só preciso de um tempo.
-Você não precisa pagar em dinheiro, é só você fazer aquilo que você faz de melhor. - Stan agora tinha sua mão sobre o membro de Louis.
-Não, Stan eu não quero. - Louis afastou a mão de Stan.
-Você tem muita sorte, eu gosto muito de você para te matar. Você tem duas semana para me pagar. - Stan se afastou dele. -Quer uma carona até a sua casa?
-Não, está tudo bem, pode me deixar aqui. E obrigado, por compreender. - Louis agradeceu.
-Tudo bem, mas o cara realmente mudou você. - Stan abriu a porta do carro. -Espero ser convidado para o casamento.
Louis sorriu, e desceu do carro. Louis foi para a casa pensando na possibilidade de um dia se casar com Harry, seria perfeito.
Xxxxx.....
Harry esperou por Louis no carro, ele não queria pensar que Louis estivesse o traindo, mas conhecendo Louis era impossível não pensar.
Harry se sentia mal, ele nunca pensou que um dia seria expulso de casa dessa maneira, muito menos por esse motivo. Taylor tinha usado palavras pesadas com ele, foi humilhado. Harry sempre foi carinhoso com Taylor, sempre fez de tudo para ela se sentir bem, e feliz. E ela não pensou nem um minuto antes de ofende-lo daquela forma.
Harry avistou Louis, e saiu do carro.
-Harry?
Harry se jogou nos braços de Louis, e chorou. Ele odiava ser uma pessoa tão sentimental.
-O que aconteceu, Harry?
Eles entraram, Harry contou tudo que aconteceu.
-Tenho tanto medo de meus filhos fiquem contra mim, quando eles entenderem tudo isso. - Harry se lamentou.
-Vai ser muito difícil para eles entenderem, Harry. - Louis acariciou seu rosto. -Mas vou estar aqui, quando tudo acontecer, sempre.
-Eu te amo, Louis.
-Eu também te amo, Harry. Você não trouxe nada?
-Taylor não deixou, e eu não queria brigar mais as crianças estavam vendo tudo, foi horrível. - Harry se levantou do sofá.
-Você está arrependido? - Louis perguntou.
-É claro que não. Você sabe que vou morar aqui agora, né?
-É lógico que eu sei, agora vamos nos conhecer realmente.
-Seremos um casal. - Harry beijou Louis. -Acho que aquele remédio está fazendo efeito, que tal ir para...
-Harry, você tem que aprender a se controlar não podemos transar todos os dias, casais não fazem isso. - Louis se afastou dele. -Mas eu posso te fazer um boquete para ajudar.
Ele e Louis tomaram banhos juntos, e Louis fez o que prometeu. Harry queria mais do que só um boquete, mas Louis mandou ele dormir. Eles dormiram abraçados, Harry tinha que se acostumar com apenas dormir com Louis, sem sexo, mas era difícil para ele. Louis se mexeu a noite inteira, e Harry acordou com uma enorme ereção. Harry fez o café da manhã deles.
-Harry, você precisa de roupas novas, aquelas eram muito de senhor.
-Eu gosto das minhas roupas, e vou busca-las hoje. - Harry vestiu a blusa e a calça que Louis deu para ele.
-Eu vou com você, Harry.
Xxxxx...
Louis não iria deixar Harry ir sozinho buscar as coisas dele, vai que Tay se arrependeu e quer Harry de volta.
-Não acho que seja uma boa idéia, Louis. Taylor ainda deve estar com raiva, vai querer arrumar confusão e...
-E se ela se arrependeu, e quiser você de volta? - Louis nunca se sentiu tão inseguro como agora.
-Você confia em mim? - Harry perguntou.
-Sim confio. - Louis disse, inseguro.
-Então eu vou, e já volto. - Harry deu um selinho nele e saiu.
Louis se sentou na cama, e esperou. Ele sempre teve medo de se apaixonar loucamente por alguém, a última vez que isso aconteceu ele acabou na prisão, agora estava acontecendo de novo. Harry era o homem perfeito, com certeza ele teria crises de ciúmes constantes.
A espera era angustiante, será que Harry voltou para Taylor?
Louis ouviu a porta se abrir, e correu para a sala. Harry carregava três malas grande, e um violão nas costas.
-Como foi? - Louis perguntou ajudando Harry com as malas.
-Foi horrível, Taylor me pediu o divórcio e disse que iria arrancar até meu último centavo, e ela disse que você vai queimar no fogo do inferno.
-O cu dela que eu vou, e as crianças?
-Não estavam lá, elas estão com minhas mãe. - Harry colocou as malas na cama. -Vou precisar de um advogado.
-Mulher traida é o cão, ela vai querer até suas cuecas na separação de bens. - Louis abriu o seu guarda-roupas, tinha que arrumar espaço para Harry. -Não temos muito espaço aqui.
Louis ajudou Harry a guardar as roupas, metade delas permaneceu nas malas por falta de espaço.
-Você sabe tocar violão? - Louis perguntou.
-Sei sim, quer ouvir algo?
-Quero, você escolhe. - Louis se sentou no sofá e cruzou as pernas.
-Vou cantar uma música minha. - Harry pegou o violão. -Se chama: Não me deixe ir.
Harry começou a tocar, sua voz era perfeita, um pouco rouca e baixa.
Louis queria chorar de tão bela e tocante aquela música era, e triste ao mesmo tempo. Harry tinha muito talento, ninguém podia negar.
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Night Changes(Larry Stylinson)
Teen FictionHarry Styles, 28 anos, casado, pai de dois filhos. Sua vida seguia tranqüila, tinha um bom emprego como gerente de uma loja de construção, uma bela casa, e uma situação financeira estável. Sua família era aquelas de comercial de margarina, tinha org...
