Analisando o desastre .

110 6 0
                                        


Oi, tudo bem ?

Estou indicando essa música aqui em cima . Eu amo ela demais ❤.

Marquem sua presença aqui-->>

Desculpem os erros de ortografia .

Votem e comentem, por favor não sejam um leitor fantasma 👻

Amo interagir e ler os comentários .

Boa leitura 📖♥ .


_________________________________________________________________

O chuveiro pingava repetidamente sobre o box vazio , mas seu pequeno som era abafado pelo casal dentro do banheiro, não duraram suficientemente no chuveiro mas fazia um tempo prolongado que se encontravam na banheira, cheia com aromas deliciosos e temperatura agradável e reconfortante como um cobertor, esse detalhe porém, somente era aproveitado pelo marido, sua esposa só era limitada a senti-lo e isso já estava mais do que o suficiente para ela, mas sua curiosidade, muito bem colocada pois sabia que ela não se incomodava de falar sobre a morte, até apreciava o seu interesse na sua perspectiva, fez o perguntar para ela :

- não sente ao menos isso ? Ele despeja um pouco da água morna sobre a pele dela . Até fica por alguns segundos . Ele conclui depois de ver algumas gotículas e a parte brilhante da água durar algum tempo antes de desaparecer por completo. 

Ela sorri com a tentativa dele mas foi a mesma sensação de tomar um banho invisível.

Dolores: nadinha . Como as outras vezes que dormíamos juntos, eu não sentia o lençol, nem o cobertor e muito menos o colchão, mas já sentir você faz eu não dar bola para o que seriam esses pequenos prazeres . Ela explica com a voz aveludada molhando o cabelo dele também, satisfeita de ver que a água permaneceu ali e que não era como ela . Ele passa mão pelo cabelo molhado tirando de seu rosto, em um momento formoso sorrindo pra ela .

- Eu gostaria de entender melhor sobre essa condição que me cerca . Ela menciona a morte . Como os limites de você poder mexer nas coisas mas não a senti-las,  que tocar em algo vivo está fora de cogitação e é permitido sentir o cheiro dos meios ao redor, se estabeleceram. Ela bate na água com curiosidade, a olhando ao redor dela mas completamente seca, mas estar deitada sobre Five era evidente .

Five: pra começo de conversa, você sabia que eu não acreditava nessa baboseira de fantasmas antes de te conhecer. Eu gostaria muito de acabar com as suas dúvidas mas sou tão ineficaz quanto em responder. Ele expressa vendo o rosto assombrado dela .

Dolores: um cara que vive no meio de um mundo que foi capaz de ter super-heróis, poderes e viagens no tempo mas achava bobeira fantasmas . Ela refaz o pensamento em tom incrédulo . Pelo amor de Deus, o seu irmão fala com os mortos . Ela acentua .

Five: eu reconhecia os poderes do Klaus, mas você sabe como ele é, nunca se sabe quando falava algo sério e quando envolvia o treinamento pesado que o papai fazia com ele . Ele faz um barulho com a boca de descrédito. Ele não dizia nada que fizesse algum sentido ... Tudo bem ? Ele pergunta depois de ver a expressão dela ficar mais sombria e perturbada .

Dolores : o Klaus , ele ... Ela balança a cabeça . O que o seu pai fazia com ele ?. Ela pergunta e ele franzi a testa confuso .

Five: Eu já contei o que ele fazia com eles, não contei ? Ele admitia que havia envelhecido mas tinha coisas qe lembrava claramente no tempo que passou com Dolores , isso a fez mexer os olhos como se o procurasse na cabeça .

O Fim Do Início //Five And Dolores ~Histórias para pegar e não largar. Descubra agora