Dizem que fogo e gasolina é altamente inflamável e perigoso, era isso que Felipe e Ambra se tornavam quando estava juntos, altamente inflamáveis e perigoso, quando estavam juntos eles se incendiavam.
A próxima fase da f2 seria em Jeddah na Arábia Saudita, era uma pista horrível, constando com fato de ser um circuito extremamente reto e com poucas curvas teria que me vira nos 30 ja que Drugovich não era tão bom em pista assim, aperto o botão do elevador, voltaria para meu quarto afinal não tinha que ir a sede hoje, porém antes das portas se fecharem Felipe adentrou elas com certa pressa, acabei me assustando é derrubei a pasta do carro do mesmo no chão espalhando papel por todo o elevador.
- Desculpe - Felipe disse enquanto se abaixava para recolher os papéis, apenas revirei os olhos e me juntei a eles pegando os papéis.
Felipe pegou todos os papéis ate que uma foto minha com Gianluca Petecof chamasse sua atenção.
- Você e amiga do Petecof - ele me questionou com uma cara supresa, eu não só era amiga dele como ja tinha tido um caso com o mesmo, caso esse que eu não tinha superado 100% ainda mais Drugo não precisa saber disso.
- Acredito que isso - tomei a foto da sua mão e a guardei de volta na pasta.
- Não seja da sua conta -
- Você se da bem com todos os meus amigos, menos comigo - será que esse elevador não anda, pensei comigo mesmo.
- Isso não é verdade- o respondi, e ele arqueio as sobrancelhas.
- Eu detesto a Sara -
- Quem não detesta- ele sussurou.
- Você pelo visto - falei e os portas do elevador se abriram quase pulei de alegria sai da caixa metálica praticamente correndo, porém Felipe saiu no meu encalço.
- Espera - fechei os olhos com força serio o que tava acontecendo aqui, precisava ir embora dessa cidade o mais rápido possível as coisas aqui não são muito normais.
- Podemos jantar juntos hoje - me virei totalmente supresa, mais que merda e essa Felipe tinha um sorriso no rosto, arqueie as sombrancelhas e cruzei os braços na altura do peito.
- Na paz - ele levantou os braços.
- E porque isso -
- Porque vamos trabalhar juntos pelos próximos meses, e eu não sei você mais eu quero ganhar esse campeonato - ele disse cruzando os braços e se encostando na porta do elevador.
- E você só descobriu que vamos trabalhar juntos hoje - ele revirou os olhos.
- Eu estou tentando ser legal - semicerrei os olhos.
- Tente mais Drugovich - ele sorriu.
- Eu vou - e se descontou da porta que fechou no mesmo momento.
- O que foi isso - me sobressaltei quando escutei a voz de Caio que apareceu do nada.
- Que isso de onde você surgiu - fala ainda atordoada Collet apenas riu.
- Bom, o elevador não estáva descendo então fiz meu exercício do dia subindo a escada - falou de uma maneira debochada pelo fato de saber o motivo pelo qual o elevador não desceu, revirei os olhos e lhe dei as costa e caminhei de volta ao meu quarto.
- DEVIA ACEITA O CONVITE DELE!!! - Caio praticamente gritou do corredor, abri a porta do meu quarto e entrei e me virei para ele.
- Cala a boca - ele riu e eu fechei a porta.
- Eu mudaria de nome, mais não sairia para jantar com aquele imbecil -
......
Hipócrita, esse era meu nome apartir do momento em que eu pisei meu lindo salto modelo agulha da versace nesse restaurante, depois da contragendora cena no elevador Caio não me deixou em paz até que eu aceitasse essa humilhação até Vips entrou nessa para minha total sanidade, por ser uma cidade pequena não tinha muitos restaurantes então o escolhido foi o do hotel por meu pedido e claro, teria para onde corre quando essr terro acabar, desci até o saguão subterrâneo onde ficava o restaurante era um lugar muito lindo e reconfortante, eu havia escolhido um vestido vinho que ia até os tornozelos com uma fenda até a coxa e uma nas costa era um vestido de uma alça do lado esquerdo.
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Felipe estava no final do restaurante em uma mesa mais afastada com velas, ele vestia uma blusa social preta que estava aberta até o meio do peito e tinha uma corrente de prata no pescoço, ele estava bonito isso eu não podia negar, me aproximei e ele se levantou e me olhou dos pés a cabeça e depois deu um sorriso galanteador, revirei os olhos para seu ato.
- Nossa - arquiei as sombrancelhas.
- Nossa, jura -
- Muito seco, ok vou começar denovo, nossa você esta magnífica, melhorou-
- E bem perceptível o fato de você não ter uma namorada - me sentei, e o mesmo me olhou sarcástico.
- Que engraçado -
- Então o que você quer com isso - cruzei os braços em cima da mesa
- Já disse -
- E espera que eu acredite nisso, qualer Felipe, eu não sou idiota - O garçom apareceu e ofereceu vinho Drugo apenas concordou com a cabeça e o mesmo despejou o líquido nas taças, Felipe pegou uma e a levou até a boca enquanto me encarava, ele apontou com sua taça para minha em um convite silêncio para que eu provase a bebida.
- Me diz Ambra, teria me beijado naquele dia no elevador - me engasguei com a vinho e tossi chamando um pouco de atenção, mais Felipe parecia não ligar para isso pois continuo no mesmo lugar apenas me observando maldito!!!, o que ele queria com isso afinal de contas.
- O QUE!!!!!, deixa eu refresca sua memoria, foi você que tentou me beija aquele dia, eu que te coloquei no seu lugar - ele suspirou e colocou a taça encima da mesa, subiu as mangas da sua camiseta até o seu bíceps e pousou os braços em cima da mesa se inclinando em minha direção.
- Não e assim que eu me lembro - oh olhei indignada.
- Foi pra isso que você me chamou -
- Não - semicerrei os olhos em sua direção.
- Eu juro -
- Será que podemos pedir logo - ele sorriu e me entregou o cardápio, logo o garçom se aproximou de nós.
- Eu quero uma carponara, Ambra -
- Um risoto - logo o garçom se retirou, voltando a ficar apenas ele é eu, eu concerteza mataria o Caio e o Júri por me obrigaram a ir a essa palhaçada.
- Eu teria beijado você naquele dia, claro se você tivesse deixado, mais voce tinha que ser estraga prazeres - olhei para ele chocada, mais que porra estava acontecendo aqui, a alguns dias atrais ele me odiava, agora ele quer me beijar, por deus eu não ousaria pisar em terras holandesas tão cedo novamente.
- Vem cá o que tem nesse vinho - Felipe soltou uma risada de leve e balançou a cabeça de um lado para o outro e pousou suas costa na cadeira e colocou seus braços acima dela.
- Só estou dizendo a verdade, não está questionando desde que chegou aqui o motivo pelo qual te convidei -
- Eu te odeio e você também, isso mudou quando -
- Não mudou eu ainda te odeio - ele se aproximou de mim novamente deixando seu rosto bem perto da minha orelha e deu uma lunfada de ar fazendo com que eu mordese o lábio inferior, então ele sussurro.