022 - se não quiser morrer

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Max Pov

Acordo com a luz no meu rosto e só então vejo que dormimos com as cortinas abertas

Levanto e vou para o banheiro fazer minha higiene, olho em uma gaveta que a s/n sempre deixava umas escovas de dente lacradas e ainda tinha ali

Escovo meus dentes e quando olho no espelho vejo que tem chupões por todo o meu corpo e principalmente no pescoço

Tomo banho, me enrolo na toalha e vou a caminho da sala buscar a minha roupa porém quando abro a porta a s/n estava entrando no quarto já vestida e com as minhas roupas na mão

Ela olha pra mim, os seus olhos viajam por todo o meu corpo e ela vem até mim estendendo a mão que estava com as minhas roupas

S/n: queria ter acordado antes pra pedir pra tomar banho com você

Max: a sua tentativa não ia dar certo então não se sinta mal _ ela faz uma cara ofendida me fazendo rir e fechar a porta pra me vestir

S/n: por que não daria certo? _ escuto ela falar do outro lado da porta

Max: porque temos que voltar pra casa do meu pai, ele deve tá preocupado

S/n: se quiser eu ligo pra ele e digo que vamos demorar mais algumas horas

Max: não meu amor, você vai tomar banho, vamos lanchar e vamos voltar

S/n: tá bom _ ouço ela desanimada

Max: o que?

S/n: eu amo o meu sogro mas eu não posso nem te beijar perto dele

Abro a porta já vestida e vejo ela sentada no chão encostada na cama

Max: quem disse?

S/n: eu não quero arriscar perder minhas mãos eu gosto e preciso delas _ ela levanta e vem até o banheiro _ não quer tomar um segundo banho não? _ pergunta pondo as mãos na minha cintura e me dando um selinho com um sorriso bobo

Max: não, obrigada _ ela murcha e tira a roupa indo pro chuveiro emburrada como uma criança mimada quando escuta um não

S/n: quando eu sair daqui passamos em uma lanchonete tá bom? _ eu assinto e saio

Quebra de tempo

Eu e a s/n já tínhamos lanchado e estávamos a caminho da casa do meu pai

Fomos o caminho todo cantando que nem malucas qualquer música que passava na rádio

Quando a rua estava vazia e só tinha o nosso carro e um outro a s/n apostava consigo mesma uma corrida com aquele carro me fazendo ter um enfarto, ela sorria e dizia que a vida fica mais legal com adrenalina

Duas quadras de distância da casa do meu pai a s/n sai do carro, abre a porta pra mim, pega minha mão e me leva até o banco do motorista. Ainda de pé do meu lado ela explicou tudo o que eu tinha que fazer mesmo eu dizendo que já sabia mas segundo ela eu não sei dirigir bem

Ela fechou a porta e foi pro banco do passageiro dizendo que era pra dar duas voltas nas duas quadras pra depois ir pra casa do meu pai

Ficava puxando papo comigo enquanto eu dirigia e quando eu respondia ela reclamava dizendo que eu não posso deixar nada me distrair

Na hora que eu não respondia mais ela eu acho que subi de nível e a cada nível ia dificultando porque quando não respondi ela sorriu e colocou a mão na minha coxa próxima a minha intimidade

Tentei não ter reação e continuar focada, subi de nível. A s/n apertou a mão na minha coxa e começou a dar beijos no meu pescoço, tomei um pouco a cabeça pro lado e ela para

O Reencontro (Parte Dois)Onde histórias criam vida. Descubra agora