Cap 2

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A : Oi, um aviso. Eu tenho cabelo cacheado "o trem difícil", às vezes chamo ele de juba por ser muito cabelo e também porque tenho muito volume. No cap vai ter um pouco disso.

Boa leitura!

Acordo no surto ghrr! Odeio quando acordo assim. " Fico perdida", achei que estava atrasada, mas não, muito pelo contrário estava era adiantada demais, as aula começam a 7:00h e são 5:30h.

Já não gosto de acordar cedo e ainda acordo no surto. Bom, levantar já que o sono foi embora. Enrolei um pouco pensando em ontem, a diretora é linda, e pelo visto as professoras também, estou ferrada para presta atenção nas aulas.

Decidir parar de pensar nisso e ir me arrumar. Peguei o meu uniforme e fui tomar banho, me troquei, agora é arrumar a minha juba, vulgo cabelo.

Quando dei por mim estava quase atrasada, como estava sem fome já fui direto para a sala de aula. Pelo o que entendi a primeira aula era da professora Marilyn.

Me perdi um pouco, mas logo achei a sala.

- Bom dia! Digo educadamente.

- Ai que susto garota! ~Se vira rápido com a mão no coração~

- Desculpa! Não foi a minha intenção

- Não tem problema, eu que fui mal educada, desculpa e que não dormi direito, ai fico de mal humor.

- Ah pelo menos não sou a única, acordei no surto hoje, e foi horrível.

- Nossa! Aconteceu alguma coisa? Alguém te incomodou?

- Não, é por ser um lugar novo, então até eu me acostumar e pegar confiança vai ser difícil.

 - Entendo quando cheguei aqui passei por isso, qualquer coisinha mesmo que mínima te faz acordar.

- Isso! E é sempre um sono estranho, e quando acordar parece que não dormiu direito, sei lá, é como se estivesse sempre alerta.

- Sim! E a sensação de não pertencimento nossa só piora as coisas. Mas te garanto que passa, aí o sono melhora e tudo fica bem.

- Espero que passe logo. Geralmente quando durmo não tem quem me acorde rsrsrs.

- Aproveita isso agora viu, quanto ficamos mais velhas, o sono vai ficando leve. "Fala sorrindo".

- Sério?! Que coisa horrível. " Faço cara um cara de estranheza".

- Sim! Seríssimo principalmente se você for mãe. "Sorri triste".

- Misericórdia! Deus é mais. Espera, você é mãe?

- Sim!~ Fala com tristeza. O que já percebi que é incomum para ela".

- É mesmo? Quantos anos seu filho ou filha tem?

- Hum.. ela tinha 2 anos quando partiu. "Sorri triste, com lágrimas nos olhos".

- Nossa desculpa! Por tocar em um assunto tão delicado. Sinto muito por sua perda. " falo com sinceridade".

- Você não me forçou a falar, falei pois me senti à vontade, desculpe, você não deveria saber disso, por favor não conte a mais ninguém.

- Não tenho nem a quem contar, mas mesmo se tivesse não contaria. posso te abraçar?

Ela não respondeu, só levantou os braços.

A abraços querendo confortá-la, perder um filho deve ser muito difícil, nem posso imaginar o quanto.

Depois do abraço fiz um carinho em seu braço e eu me sentei, a aula já estava para começar e os outros alunos também estavam para entrar.

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