Capítulo quatro

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Passado alguns dias, chegaram às vésperas de provas de Zhoucheng. E dessa vez, ele não podia faltar, afinal, eram as provas bimestrais. Ele arrumou alguns pares de roupas e foi ficar no apartamento de Jili, assim os dois poderiam estudar juntos.

Zihan sabia que era preciso, não queria que seu filho tivesse um sufoco justo nas provas, ele tinha que estudar e chegar bem na universidade. Além de tudo isso o mais importante, concentração. Mas, Zihan se pegou triste... Pois, sua moradia era bem afastada do centro, não queria que seu filho tivesse que passar por essa dificuldade.

Sua calmaria, era todo dia ver aquele belo homem, que agora, sempre lhe dava bom dia. A aproximação era pouca, mas ela estava com pressa alguma, e dentre isso. Estava tudo bem.

Nesse meio tempo, era noite. Zhoucheng já tinha terminado as provas, agora poderia descansar. Jili então teve a ótima ideia de levá-lo para um bar, assim eles poderiam comemorar se tivessem passado nas provas, mesmo não sabendo os resultados. Zhoucheng não estava animado, tinha medo de não ter passado, assim sua mãe não teria orgulho dele. Porém, Jili animou o amigo, sabia que ele iria passar.

Chegando em uma boate, não muito movimentada. Só pessoas chiques visitavam ali, aliás, estavam em um bairro nobre, Jili vinha de uma família rica. Os dois se divertiram e dançaram muito, até que foram para o balcão pedir uma bebida. Do outro lado, na ponta do balcão arredondado, tinha um homem com uma taça de vinho na mão. Parecia ser refinado, com uma bela aparência. Jili percebeu que o tal homem não tirava os olhos do amigo.

Cheng, olha ali. Aquele cara tá te secando.

— Idai?

— Idai? Seu burro! Olha como ele é gato!

— Então vai lá.

— Você é inacreditável!

— Você sabe que eu não curto, meu lance é mulher.

- Só porquê não provou da fruta.

— Eu não vou provar.

— Qual é Cheng, experimenta no sigilo. Não precisa ninguém saber, daí você pode dizer se curte ou não.

— Mas eu não vou fazer isso com você.

— É claro que não! Eu gosto de HOMÕES!

Enquanto os dois riam, Zhoucheng chegou á olhar uma vez para o homem, mas estava escuro e quase não dava para ver seu rosto.

🔸🔸🔸🔸

A moça recebeu visita, pois então, Haikuan voltou para vê-la. Quase todos os dias, e sempre a mulher estava lá, sozinha. Até surgia uma curiosidade de perguntar onde estava o filho da mulher, mas se contia e preferia não mostrar interesse no assunto. Entretanto, dia após dia visitando a mulher, o homem percebeu algo estranho naquele silêncio e doce olhar.

Zihan, está tudo bem?

— ... Estou bem... Só...

— Sabe que pode contar comigo, não sabe?

— Sei sim, mas isso envolve o meu filho, não desrespeito à você.

— Mesmo assim, quero ajudá-la! O que aconteceu?

A mulher contou-lhe sobre o momento difícil, e por alguns segundos se sentiu mal, ela sempre quis ver seu filho bem, às vezes deveria ter sido menos rígida. Mas Zhoucheng se esforçava, era o que dava para perceber.

É por isso, a universidade em que Zhoucheng estuda, fica longe demais. Há muitas ausências, ele está quase para perder a bolsa.

— Onde fica?

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