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Bato na porta do escritório da minha mãe e a mesma abre a porta com o celular no ouvido

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Bato na porta do escritório da minha mãe e a mesma abre a porta com o celular no ouvido.

Athena: Nós podemos fazer uma visita a sua residência para análise da planta e eu te entregarei o projeto pronto no período de uma semana.- fito ela enquanto espero ela acabar a reunião - Ótimo.....eu que agradeço Sally, tenha uma boa noite.

Annie: Oi mãe - ela me abraça.

Athena: Olá Anna, como foi a aula?

Annie: Eu diria normal, tirando o fato de que foi o último dia.

Athena: As aulas já acabaram?

Annie: Sim - ela vai em direção a sua mesa- eu te avisei no início do dia. Café da manhã.

Athena: Ah. É verdade. Me perdoe amor, mamãe tá muito atarefada.

Annie: Eu entendo.

Uma coisa que eu não entendo:
Uma mulher de 18 anos ser tratada como criança.

Tudo bem, Athena É a minha mãe mas....ela não entende que eu não sou um bebê.

A minha vida toda minha mãe esteve sempre trabalhando, então ela não acompanhou meu crescimento. Na cabeça dela eu sou uma garotinha.
Uma garotinha super dotada de inteligência e elegância.
Mas eu não a culpo, ela é tudo o que eu tenho. A única que não me abandonou. Ela não é muito presente mas eu sei que se eu precisar eu vou ter o apoio da minha mãe.

Meu pai é outra história.
Ele nunca foi presente.
Costuma cuidar de mim enquanto ela estava fora, mas quando eu fiz sete anos ele se mudou para a França e construiu uma nova família.
Não entendo porquê meu pai nos deixou. Sempre fomos conhecidos como "a família perfeita".
Uma pequena gênio angelical como filha.
Uma mãe rica, famosa e genial.
Um pai inteligente e bem sucedido.
Éramos a família perfeita, sempre felizes, sempre ricos, sempre lindos.
Não entendo porquê isso acabou.

Depois que meu pai foi embora eu passei a me cuidar.
60% da minha criação eu conquistei sozinha.
Eu aprendi a fazer curativos nos meus machucados quando eu caía.
Aprendi a arrumar meu quarto.
Aprendi a fazer meu café da manhã.
E sempre que minha mãe viajava e trazia uma babá pra cuidar de mim, eu pagava a babá e pedia pra ela ir embora porque sabia me cuidar.
Gostava de ficar sozinha quando minha mãe viajava, mas ao mesmo tempo eu ficava triste por ela ser tão ausente.

Write lines - Percabeth Onde histórias criam vida. Descubra agora