Vinte e dois

892 101 0
                                        

Jung narrando! 🐰

- meu amor, acordaa. - deixo vários selares no rostinho gordinho do mais velho, sou muito sortudo mesmo.

- anjinho, deixe-me dormir, só mais um minuto. - pediu manhoso me fazendo rir bobinho.

- caipira, vamos meu bem, o relógio está marcando seis e meia da manhã. - menti, pois segundo ele, teríamos que acordar as cinco.

- sério, ceus amor, que loucura, vamos nos atrasar. - murmurou-se já se levantando, apenas sorrio e nego ao vê-lo sentado ainda dormindo.

espero o mesmo acordar totalmente para tomarmos banho, levanto da cama tirando minha peça íntima.

- vamos nenêm. - o chamo em um tom baixo.

- amor, você está mentindo, agora é cinco da manhã, seu mentiroso de quinta categória. - riu soprado.

- caipira, eu te amo, vamos tomar um banhozinho uhm ? prometo que vai ser rápido, temos que tomar café da manhã. - caminho até o mesmo me sentando em seu colo de frente para o mesmo.

imediatamente seus dedos pequeno foram ao encontro da minha preciosa alisando carinhosamente, os dedos do mesmo brincava com meus lábios pequeno fazendo-me gemer manhoso e arquear as costa.

- como está sentindo uhm ? - provocou-me e eu apenas revirei os olhinho em prazer.

- caipira, meu amor, ceus, puta merda, você me fode tão bem com esses dedinhos pequenos. - ofego e aperto os fios da nuca do mesmo.

- encharcadinha. - gemeu rente ao meu ouvido me fazendo estremecer, não demorou muito pra eu ter um orgasmo em seus dedos.

ainda ofegante deito-me sobre o ombro do mesmo respirando fundo, estou mortinho.

minutos depois nos levantamos, entramos no banheiro e fomos fazer nossas higienes matinais, tomamos nosso banho deixando o cômodo em seguida.

depois de arrumados pegamos nossos pertences e seguimos para casa grande, ao chegarmos damos de cara com os mais velho sentado enquanto batia um papo dos bons.

comprimentamos ambos e nos sentamos para tomarmos café da manhã.

- papai, o senhor vai com meu caipira para viajem ? - pergunto ao tomar um gole do meu leite.

- estou pensando, vocês podem ficar sozinhos ?

- sim, senhor, quando eu chegar do colégio eu venho pra cá, noona vamos fazer a festa nessa fazenda.

- vamos sim, menino. - sorrio fofinha.

- vai nada. - disse meu pai nos fazendo rir.

terminamos nosso cafézinh, nos despedimos dos mais velho e seguimos para garagem da casa, entramos no carro e meu caipira deu partida saindo do local.

- nenêm, você nem pense de ir nos animais atrás do cercado, eu não quero te ver machucado. - meu caipira todo preoculpadinho comigo.

- tudo bem, eu não vou. - nem adianta gente, minha curiosidade é maior do que tudo no mundo.

- sei, meu amor, eu te conheço muito bem, só estou avisando, pois eu sei que você vai lá curiar os bixinhos.

- meu caipira é bem esperto, eu amo você. - declaro sorrindo pequeno.

- meu mimadinho, eu amo você, meu menino, vida ?

- oi, amorzinho. - começo um carinho na coxa grossa do mais velho.

- e sobre o seu ex-namorado ? está tudo bem em vê-lo depois de tudo que aconteceu ? - pergunta.

- sim, amor, estou bem com tudo isso, eu vou ficar bem, se ele vier atrás de mim eu enforco-o.

- certo, quaisquer coisa me mande uma mensagem, solzinho, eu venho te buscar ao meio dia, quer alguma coisa do supermercado ?

- caipira, na volta passamos no supermercado juntos, eu quero comprar algo para fazer quando vocês for na viajem.

- nem pense de colocar a noona em mal caminho. - caimos na risada por um bom tempo.

- caipira safado, eu não vou fazer isso com a noona.

não moramos muito longe da cidade.

as seis e quarenta chegamos na cidade, não vou mentir, eu sinto muito saudades daqui, mas prefiro ficar ao lado do meu caipira safado.

retiro meu cinto de segurança e baixo meu vidro, o vento gelido batendo em meu rosto.

- amor, aqui na cidade choveu e na fazenda não.

- estou vendo mesmo, as ruas está bem molhadinha, ontem a noite estava um tempinho bom, tudo indicava que iria chover.

- sim, ontem quando eu estava sentado ao lado de fora, eu jurei que ia chover a noite ou no amanhecer. - disse com um bico nos lábios.

- não fique chateado, a gente erra mesmo. - tiro sarro do mais velho e ganho uma cutucada na costela.

tempo depois chegamos na frente do colégio, nos despedimos com muito custo e cada um seguiu seu caminho, eu entrei no colégio e meu caipira voltou para fazenda

O FAZENDEIROOnde histórias criam vida. Descubra agora