[5] Double Pump

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- 📚Olá de novo leitores, confesso que esse capítulo me deixou nervosa, enquanto escrevia me questionei, "porque um personagem como Mori existe?", mas em fim, as vezes filhos da puta são necessários.📚

- 📚Passando para avisar que os capítulos podem acabar por demorar bastante pois minhas aulas começaram agora e como estudante não tem paz, já tenho provas marcadas.📚

- 📚O capítulo não foi totalmente revisado, agradeceria a compreensão📚

- 📚Em fim, me digam qual foi o momento preferido de vocês até agora, estou curiosa para saber. Espero que gostem deste capítulo, tenham uma boa leitura!📚

 Espero que gostem deste capítulo, tenham uma boa leitura!📚

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𝘿𝘼𝙕𝘼𝙄, 𝙊𝙎𝘼𝙈𝙐

𝖩ogados na cama tentavam recuperar a visão, estavam meio tontos, bêbados para falar a verdade, e dois bêbados juntos não davam nada certo. Pode ser que os dois tenham passado ponto e bebido mais do que só um bocado, mas o que podiam fazer, o stress foi enorme e só os apetecia mandar todos para a casa do caralho.

Dazai, como o folgado que sempre foi, deitou-se sob o abdômen de Chuuya e recebeu um carinho no cabelo. Nunca que isso iria acontecer se estivessem sóbrios, era um evento único na vida, Chuuya com certeza desmentia qualquer pessoa que dissesse que isso aconteceu.

- Posso dormir aqui?

- Não.

- Como assim? A casa é minha anão de jardim - o moreno sentou-se e olhou para Chuuya, que fez o mesmo.

- E de quem é o quarto? Meu quarto, minhas regras - revirou os olhos

- Você é mesmo um chato do caralho.

Dazai chegou mais perto, sabia o que era aquela tensão, e sabia o que estava por vir. As mãos se tocaram e Dazai se deitou por cima do ruivo, ficando entre as pernas dele.

O primeiro toque de lábios foi suave, mas logo se tornou afoito e desesperado. As línguas exploravam cada canto do pequeno espaço e os dedos de Chuuya apertavam os ombros do homem acima dele. O peito subia e descia rapidamente enquanto os pelos se arrepiavam pelos toques de Dazai.

Estava uma bagunça, o cabelo bagunçado e sem camisa, Dazai tinha jogado em algum canto do quarto. O ruivo puxou a gola da camisa do mais velho e iniciou outro beijo, aquilo já tinha virado um ciclo vicioso. As mãos grandes desciam pelo seu peito e a boca beijava cada centímetro do corpo. Chupava e lambia onde queria, deixando o rastro de saliva pela pele branca.

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