CAP 109

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Luca

Enquanto ele está preso eu que comando o morro agora. A tia Bruna não concordou no começo mais depois aceitou. Tá eu, o Luca e a Letícia, trabalhando juntos na boca.

Playboy
19:50

Tô cansado de ficar aqui dentro sem ver os meus filhos e o meu morro. Então decidi fugir. Vai eu o marreta e mais cinco presidiários, vamos fugir assim que der 8 horas, temos um guarda aqui dentro, infiltrado que vai nos ajudar na fuga.

Marreta- eu mal espero a hora de sair daqui!

Playboy- eu também! Vou poder abraçar a minha princesa, o Gael e o Luca.

Marreta- vou ver meu filhote também. E o Luca? Tá na mesma desda última visita?

Playboy- a nossa relação só piora cara! Eu tento ao máximo tentar entender ele mais eu não consigo. Ele me culpa desde a morte dela, sendo que eu preferia ter ficado no lugar dela! Se o desgraçado do bocão perguntasse ou ela ou morro, seria ela! E naquele dia ela se precipitou! Não esperou que eu respondesse, por mais que eu amasse meus filhos, eu sempre iria escolher ela. E ela sabia disso por isso não esperou que eu falasse.

Marreta- vocês dois precisam entender um ao outro. Cara, vocês praticamente compartilham a mesma dor do outro. Tu perdeu tua mulher e ele perdeu a mãe dele. Ele era só uma criança! E você acha que para ele também foi fácil? Como foi para os irmãos que nem se lembram mais como a mãe era! Os dois mais novos só sabem sabem da mãe por foto ou relatos, ao contrário do Luca, ele se lembra da mãe sem precisar de fotos ou de relatos.

Playboy- mas é que....

Marreta- mas é que nada. Ao contrário de você ele não explodiu! Ele não se isolou das pessoas! Ele engoliu a dor e continua vivendo com o trauma dele. Aquele teu moleque é muito frio mano. Depois de uma semana da morte da mãe dele ele tava tipo, foda-se! O Luca não precisa de julgamento ele precisa de um bom ouvinte e conselheiro! Não precisa comparar a dor um do outro porque é a mesma. Então quando você sair daqui a primeira coisa você vai fazer é conversar com ele.

Playboy- tu tá certo! Assim que eu chegar vou bater um lero sincero com ele.

Marreta- que bom! Mas agora precisamos nos preparar falta apenas um minuto pra lili cantar!

Fomos todos para os seus lugares e assim que deu 8 horas começou a fuga. O plano era o seguinte, a gente ia se transferido de presídio, dentro do carro que a gente vai terá um guarda infiltrado, que na verdade é um vapor meu. Quando a gente chega na metade do caminho ele vai matar o outro guarda e vai nos levar para o morro. A fuga iria durar 30 minutos sem atrasos.

Guarda- os cinco se dirijam ao camburão em fila indiana.

Estávamos todos algemados das mãos a cabeça, também estávamos vestidos com uma roupa protetora. Os policiais ficaram apreensivos de algum de nós assim que sair do presídio, sermos mortos. Na fila eu era o último. Assim que entramos no camburão os dois guardas entraram juntos e seguimos viajem.

10 min depois

Já estávamos quase no lugar, foi aí que o marreta pegou uma chave que ele tinha feito na prisão e começou a abrir as algemas discretamente. Quando ele abriu a de todo mundo vimos que já estávamos no lugar da fuga. Então o infiltrado pegou a arma e atirou no guarda pegando a direção do carro. Depois ele deixou os outros três fugitivos perto de uma estrada, eles disseram que iam seguir dali.

Infiltrado- prontinho, estão quase livres! Só precisamos chegar no morro chefe.

Tava tudo correndo bem até que aconteceu um imprevisto. Tinha um carro da polícia na nossa cola.

A Garota Do ChefeOnde histórias criam vida. Descubra agora