O ano era 1991 e havia uma missão para buscar Harry Potter na Rua dos Alfeneiros 4 foi necessária. Mas ele não seria a única criança a ser resgatada naquele dia, não, não. Em outra parte da cidade, mais pobre e mais esquecida, vivia uma garota bruxa...
Hey! I'm Eme Jay e estou aqui com mais um capítulo pra vocês!
Eu já tinha planejado postar esse mais cedo porque me julguem, mas eu não gosto de quadribol e sou péssima em cena de ação então sabia que ia ser um capítulo meia-boca, mas eu fiz o melhor que pude!
AVISO!
Essa historia utiliza 25% dos acontecimentos contados nos livros, 25% dos acontecimentos contados nos filmes, uns 5% de aulas em Hogwarts Mystery e os restante é tudo da minha cabeça
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Você é como uma marca
Você tem fogo para cima e
Para baixo em suas bochechas
Você queima tudo que vê
Ouro são seus dedos
Deixando rastros onde quer que você vá
~ Saint Mesa
— Sabe, Greengrass... Eu achava que as tradições sangue-puro seriam um tanto mais... impressionantes.
— Isso não é impressionante para você?
— Um pouco, mas beber chá enquanto equilibra um livro na cabeça é mais inusitado do que impressionante.
Já era a terceira hora do chá que Daphne havia proporcionado, as lições estavam ficando cada vez mais duras.
As costas de Annika doíam, mas a Greengrass garantiu que ela não ia se acostumar daqui a um ou dois anos.
— Oh! Não é impressionante para você? — Daphne arqueou a sobrancelha — Me dê aquele monte de livros.
Annika entregou seu conjunto de livros que estavam sempre amarrados por uma faixa de couro a Greengrass que prontamente o colocou na cabeça e sem dificuldade conseguiu por mais chá em sua xícara – Wingardium Leviosa parecia ser o feitiço favorito de Daphne – tomar um gole e comer um biscoito sem que os livros sequer balançarem.
— Sim, isso é impressionante — Annika admitiu, rindo — Todas as famílias sangue-puro têm esse tipo de treinamento?
— Apenas aquelas que realmente querem manter o prestígio e classe que seu nome carrega. — Ela continuava com os livros na cabeça — Em épocas passadas, as colunas das damas eram ajustadas com um pedaço de madeira fino entre as cordas do espartilho, qualquer sinal de quebra inadequada era uma refeição a menos.