Deku.
Denki: O que foi, Izu? Você geralmente está alegre, mas hoje você está tão quietinho.
Deku: Só é cansaço, Denki…
Vamos trabalhar para a chefe não estilhaçar a gente aos gritos.
Quem dera se fosse só cansaço...Aquela imagem do Bakugo e daquele homem de cabelos vermelhos não saía da minha mente. Ele simplesmente não saía da minha mente e depois que eu acordei e não o vi...isso só aumentou minha insegurança. Droga, eu estou apaixonado por aquela puta raivosa. Denki se afastou para atender uma ligação e eu fui atender os clientes.
Uraraka: Oi Deku-kun…
Deku: Não me chame assim, Ura...enfim, Alice foi para escola?
Uraraka: Foi sim, mas acordou se perguntando onde está o Bakugo..
Deku: acabou tudo o que nem havia começado, mas foi melhor assim. Eu não aguentava mais chegar do trabalho e não poder beijá-lo como eu queria.
Denki se aproximou de nós dois com o celular no alto-falante.
—Bakugo: Você não aguentava mais o que, Deku?
Eu fiquei vermelho que nem um tomate, mas a raiva ainda estava entalada dentro de mim. Sai correndo da cafeteria e esbarrei com o Bakugo na esquina.
Deku: Kacchan…
Eu senti uma imensa vontade de abraça-lo e beijá-lo.
Me levantei e o encarei sério.
Bakugo: deku, eu… não aconteceu nada naquela noite, eu estava em cima dele para botar a camisa nele, eu não tenho olhos para nenhuma pessoa além de você.
Deku: E como eu vou saber se é verdade?
Bakugo se aproximou e colou seus lábios contra os meus, e por um momento o mundo parou e só existia eu e ele. A brisa leve inundou nossos corpos nos fazendo ficar colados para fugir do frio. Ficamos abraçados nos beijando por tempo suficiente para eu saber que o que ele estava dizendo era verdade.
Bakugo: Isso prova que é verdade?
Deku: pro-prova sim.
Bakugo: Desde quando se tornou tão tímido?
Deku: Desde quando eu virei seu subordinado.
Uraraka gritou e fomos até a cafeteria.
Denki: O amor resolve tudo, menos a pobreza, então vem trabalhar brócolis.
Me despedi de Uraraka e Bakugo e voltamos a trabalhar.
…
Depois de longas 9h de trabalho, eu fui para casa. Me despedi do Denki e fui caminhando para com os meus fones de ouvidos. Senti ser perseguido por alguém, mas toda vez que eu me virava não tinha ninguém, então ignorei isso e fui correndo para casa. Quando cheguei no meu portão de casa, o arrepio passou e a presença passou, provavelmente devia ser coisa da minha cabeça. Peguei as chaves e abri a porta, estava tudo escuro e parecia que não havia ninguém em casa. Acendi as luzes e havia um bilhete na mesa de centro da sala.
—"Me encontre no banheiro."
Sorri de canto e fui para o banheiro, e na porta do banheiro havia outro bilhete.
—"Opa, eu não estou qui, curioso, não é? Tome um banho relaxante e venha até o quarto."
Entrei no banheiro e a banheira com água morna cheia de espuma estava me chamando. Entrei na água e relaxei por minutos. Me levantei e terminei de me lavar. Me sequei e botei a toalha na minha cintura e fui em direção ao quarto. Girei a maçaneta e quando entrei fui surpreendido por Bakugo que colocou uma venda em meus olhos.
Deku: Então você é sádico?
Nota da autora: sádico tarado que homem safado.
Bakugo: Eu sou muitas coisas que você não sabe.
Deku: E o que você vai fazer comigo?
Bakugo: Eu vou te amarrar e te fuder a noite toda.
Nota da autora:PEGA O CHICOTE, ALGEMA, CORDA DE ALPINISTA, DAÍ QUE EU PERCEBI QUE O CARA É SADOMASOQUISTA.
Bakugou me jogou na cama e amarrou os meus braços. Eu estava com os olhos vendados então eu só poderia sentir as sensações e aproveitar. Ele ficou em cima de mim e me deu um beijo árduo, que foi o suficiente para eu ficar excitado. Seus lábios devoravam os meus com uma velocidade imensa. Ele parou de me beijar e foi descendo sua língua por todo o meu corpo, sua língua era bem molhadinha e quente e a sensação dela percorrendo meu corpo só me dava mais vontade de fuder com ele. A joia que estava em sua língua deixava tudo mais interessante.
Deku: Kacchan...me f-fode logo.
Bakugo: Sem pressa deku.
Ele parou a sua língua e colocou seus dedos melados de lubrificante em mim, a sensação de entra e sai estava me enlouquecendo e tudo o que eu queria era gozar de prazer depois de anos.
Ele enfiou outro dedo e foi massageando o meu ponto g, eu estava ofegante agonizando para gozar, mas ele não deixava. Seus dedos eram ageis e saíam e entravam com velocidade dentro de mim, eu estava molhado e excitado o bastante. Eu senti ele aproximando a sua boca para me chupar, e enquanto ele passava a língua na glande ele mexia seus dedos dentro de mim. Ele deslizava devagar a joia em minha glande, e isso me enlouquecia.
Ele parou e eu pude respirar.
Bakugo: Eu vou entrar.
Ele entrou dentro de mim e eu percebi que não estava usando camisinha. O quarto estava misturado com os cheiros dos nossos feromônios. Ele me fodia tão forte, fazendo ir tão fundo, aquilo estava me enlouquecendo. Ele tirou a venda, então eu pude ver seu rosto suado e vermelho me desejando cada vez mais. Seus movimentos começaram a ficar mais leves e ele começou a me beijar. Eu estava perto de chegar ao meu ápice e eu acredito que ele também, eu sentia o latejando dentro de mim. Ele empurrou até o fundo e eu gozei, ele tirou de dentro de mime se despejou na minha barriga. Ele deitou em cima de mim ainda ofegante e sussurrou no meu ouvido.
Bakugo: Foi do jeito que eu imaginei.
Deku: Esse foi o melhor sexo da minha vida.
Bakugo: Vai ter mais noites como essa, não se preocupe.
Me levantei da cama e fomos tomar uma ducha rápida. Enquanto a água caía, nós nos beijamos. Saimos do banheiro e nos secamos, fomos para cama e eu deitei em seu peito. Eu senti que estava sendo observado e isso me deixava tenso.
Bakugo: Tá tudo bem?
Deku: Está sim..,eu só… deixa para lá, vamos dormir.
Bakugo: Vamos, eu amo você.
Deku: Coincidência porque eu também amo você.
Assim fomos dormir, com a incerteza de eu acordar vivo.
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Meu Subordinado-Bakudeku
FanfictionIzuku Midoriya, um jovem ômega de 22 anos, tem dois empregos e duas personalidades diferentes. Izuku luta para que sua filha não descubra nada, porém tudo muda no dia que ele conhece Katsuki Bakugo, o alfa dominante mais temido da cidade.
