Encarando a cidade obscurecida pela tempestade, sua mente era um turbilhão de lembranças amargas, e a figura do irmão, herói de farda, persistia como um lembrete doloroso.
A morte dele, supostamente acidental, tinha uma verdade oculta, um enigma que...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Sara encontrou Cloe, na cafeteria durante o intervalo, era uma funcionária mais velha na empresa e aproveitou o momento para iniciar uma conversa.
"Cloe, posso te perguntar algo?" Sara perguntou, mantendo uma expressão curiosa.
"Claro, Larry! O que quer saber?" Maria respondeu com gentileza.
Sara decidiu arriscar. "Sabe como é trabalhar diretamente com o senhor Villaberd? Sei que ele é um chefe muito reservado..." -Pergutou Sara.
Cloe sorriu, aparentando compreender a preocupação de Sara, que obviamente era falsa. "Ah, o senhor Villaberd é uma chefe bem interessante aqui na empresa. Ele é bastante fechado, não costuma ser muito próximo dos funcionários. Fala somente o necessário e raramente olha nos olhos."
Internamente, Sara sentiu um sutil prazer ao ouvir a confirmação do comportamento reservado de Villaberd. "Ah, entendi. Achei curioso, já que minha experiência foi um pouco diferente." -Falou Sara.
Cloe ergueu as sobrancelhas, surpresa. "Sério? Ele não costuma ser tão aberto assim com os novos funcionários. Você deve ter tido sorte!"
Sara disfarçou seu sorriso, satisfeita por acreditar que sua farsa estava funcionando. "Acho que sim. Obrigada, Cloe. Foi bom saber um pouco mais sobre como as coisas funcionam por aqui."
Sara abriu um sorriso calculado e então Cloe se despediu. "Eu preciso ir agora. Caso preciso de algo não hesite em me chamar" -Disso cloe indo embora.
Sara caminhou até uma parede e ali se apoiou, observando a movimentação da empresa.
"Tudo indo bem, que ótimo". -Ela pensou.
Ricardo estava próximo, porém Sara não o viu.
Enquanto observavam o movimento na empresa, Ricardo percebeu a presença de Sara e se aproximou, seus olhos fixados nela.
"Está se adaptando bem, Larry?" Ele perguntou, com um sorriso sutil.
Ela manteve a compostura, respondendo com confiança: "Estou me ajustando. Este ambiente tem seu charme peculiar, devo admitir."
Ricardo a observou por um momento, como se apreciasse cada detalhe. "Você é bastante perspicaz, Larry. Recebi alguns elogios sobre você hoje. Há algo em você que chama atenção, além da sua competência." -Disse ele.
Sara, sem quebrar a postura firme, decidiu dar um toque provocativo. Ela estendeu levemente a mão e, com um sorriso discreto, tocou de leve o braço dele. "Agradeço o elogio, senhor Villaberd. Admito que este lugar é muito aconchegante, assim como o dono."
Houve um breve silêncio, onde ela captou a reação dele: um olhar momentâneo de surpresa, seguido por um sorriso contido, mas indicativo de interesse despertado.
Ricardo, reagindo ao toque dela, tentou manter a compostura. "Seus comentários são... intrigantes, Larry."
Ela recuou, mantendo o controle da situação. "Perdoe-me se fui indiscreta. É hora de eu voltar ao trabalho."
Ela disse saindo, com um sorriso discreto de triunfo no rosto. "Deixar o ordinário iludido, ok!" -Pensou Sara.
-
Após uns trinta minutos em frente ao computador, Cloe falou com Sara. "Estão chamando todos os estagiários para a sala de reuniões, achei que sua presença não seria necessária, por ser nova aqui, mas o senhor Villaberd deixou claro que queria a sua presença. -Disse cloe.
"Ok!" disse Sara, levantando-se e acompanhando Cloe até a sala de reuniões.
A sala de reuniões estava repleta de afiliados e acionistas da empresa, cada um com suas expectativas e olhares voltados para Ricardo Villaberd, que presidia a reunião. Sara sentou-se discretamente, mantendo uma postura serena, mas com uma mente afiada e estratégica.
Ricardo iniciou a reunião, abordando os principais pontos do relatório. "Gostaria de discutir nossa estratégia para o próximo trimestre. Alguma sugestão inicial?"
Sara, escolhendo o momento certo, decidiu intervir. "Se me permitem, senhor Villaberd." Ela colocou alguns dados na tela, apontando para os números. "Considerando as recentes mudanças no mercado, acredito que uma abordagem mais dinâmica em relação à nossa estratégia de marketing pode ser vantajosa."
Um murmúrio de surpresa percorreu a sala. Os olhares, antes indiferentes, se voltaram para Sara. Ela continuou, articulando suas ideias de forma clara e precisa, oferecendo soluções que surpreendiam até mesmo os mais experientes ali presentes.
Ricardo observava, impressionado com a desenvoltura e a sagacidade de Sara. Enquanto os outros se surpreendiam, ele mantinha um olhar de reconhecimento e satisfação, percebendo a astúcia dela.
Ao final da apresentação de Sara, Ricardo fez questão de elogiá-la. "Excelente análise, Larry. Muito bem fundamentada e estratégica. Uma contribuição valiosa para nossos planos futuros."
Os afiliados e acionistas concordaram, reconhecendo a inteligência e capacidade estratégica de Sara. Ela sorriu discretamente, ciente de que havia conquistado a confiança de Ricardo e demonstrado seu valor de forma calculada e estratégica.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Sara trancou a porta de casa após um dia exaustivo na empresa. Enquanto se acomodava no sofá, seu celular tocou, exibindo o nome do chefe da FBI.
"Boa noite, agente Sara. Como foi seu dia?" A voz do chefe era firme e profissional.
"Tudo correu conforme o planejado, senhor. Continuarei me dedicando ao máximo", respondeu Sara, mantendo a voz calma e focada.
Após algumas horas, seu segundo celular vibrou. A mensagem era de um número desconhecido, mas que ela reconheceu imediatamente como sendo o número do seu chefe, Villaberd. O alter ego dela assumiu.
"Boa noite, querida. Espero que seu dia de trabalho tenha sido tão prazeroso quanto o meu", dizia a mensagem, com um tom sugestivo.
Sara percebeu o tom sugestivo e a familiaridade na mensagem, suspeitando que poderia ser seu chefe, Villaberd. Apesar da cautela, uma parte dela sentiu uma excitação inesperada com a situação.
Ela decidiu arriscar, respondendo de forma provocativa: "Boa noite. Meu dia foi produtivo. Quem sabe possamos tornar a noite ainda mais interessante..." Sara decidiu continuar a troca de mensagens, atraída por uma excitação que Villaberd despertava nela, mas mantendo a cautela. "Por que o provável envolvido na morte do meu irmão tinha quer ser tão gostoso?" -Pensou Sara.
"A noite está muito bonita. cada curva das estrelas me faz ficar fascinado. Gostaria de explorar cada parte oculta" dizia a mensagem. Sara sabia o que ele queria dizer, era um safado.
Sara, captando a sugestão, decidiu responder de forma correspondente: "As vezes, as estrelas gostam de serem vistas. Cada parte de suas curvas."
"Há uma excitação em enxergar o que está além dos olhos", enviou Villaberd, mantendo a sugestividade.
Sara, mantendo o tom provocativo, respondeu: "A vista de coisas bonitas pode ser prazerosa."
As mensagens continuaram em um tom mais quente, cada um expressando um interesse, mas ainda mantendo a sugestividade e sem explicitar detalhes específicos. Sara sabia que aquilo a trazia excitação, mas era o dever dela, além do prazer.