xeque-mate

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Sara acordou, mais um dia, pronta a tomar o segundo passo do seu plano: Se tornar mais íntima do crápula Villaberd

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Sara acordou, mais um dia, pronta a tomar o segundo passo do seu plano: Se tornar mais íntima do crápula Villaberd.
"Vai gostar de mim senhor, eu prometo. Vou fazê-lo esquecer dos seus problemas e depois...cheque-mate" -Pensou Sara, com um sorriso sarcástico no rosto, enquanto caminhava até a empresa do Villaberd.

Sara entrou na empresa determinada a jogar um jogo. Seu objetivo era claro: descobrir a verdade sobre Ricardo Villaberd e, ao mesmo tempo, corresponder a todas as investidas dele.

Ela se aproximou do café, onde Villaberd costumava fazer sua pausa matinal.

Enquanto ele se aproximava da cafeteira, Sara se aproximou, exibindo um sorriso discreto. "Bom dia, senhor Villaberd. O clima ontem a noite foi tão agradável,  não acha?"
-Disse Sara. Ela sabia que não estava realmente  se referindo a noite...

Ele olhou para ela, surpreso com a abordagem inesperada, mas no fundo ele gostou. Villaberd deu um sorriso safado. "Bom dia, Larry. Sim, uma noite gostosa, de fato."
-Disse ele. Após isso passou a língua nos lábios, sabendo a intenção de Sara.

Durante o dia, Sara manteve uma postura profissional, mas sempre que possível, correspondia aos gestos de interesse de Villaberd.
Quando a tarde chegou, Villaberd a convidou para revisar alguns relatórios. Ela aproveitou a oportunidade para se aproximar mais, mantendo um ar de interesse mútuo.

Sara entrou no escritório de Villaberd para revisar os relatórios, mantendo sua postura profissional, mas também ciente do jogo sutil que ambos estavam jogando.
"Relatórios, sei..." -Pensou Sara.

Ricardo estava focado nos documentos, mas ocasionalmente seus olhares se desviavam para Sara.
Reparando no decote sutil de sua estagiária e nas coxas, que a saia não cobria completamente, ele ficava cada vez mais excitado. Ele se aproximou dela, comentando sobre os números apresentados, enquanto casualmente tocava o ombro dela para chamar atenção para um ponto específico no relatório.

Sara, mantendo a calma e a discrição, correspondia aos toques de forma leve, como um gesto natural entre colegas de trabalho. Mas por dentro, sentia uma eletricidade crescente, um tesão excitante que se intensificava a cada contato.
A respiração dele era quente. A colônia forte e amadeirada a excitava mais.
"Isso é muito perigoso...Sara..." -Ela pensou, não conseguindo se conter a excitação que sentia.

Enquanto discutiam os dados, a proximidade entre eles aumentava. Villaberd ocasionalmente inclinava-se mais perto dela para revisar um detalhe.
Os toques, embora sutis, eram carregados de olhares, despertando uma excitação mútua que ambos tentavam disfarçar. Por mais que Sara estivesse comprometida com seu papel do FBI, não podia negar a atração que começava a surgir entre ela e Villaberd.

Ricardo Villaberd desviou o olhar dos relatórios por um momento e olhou diretamente nos olhos de Sara. Sua voz firme e intrigante quebrou o silêncio: "Você já namorou, Larry? Ou saiu com caras?"

Embora a pergunta tenha sido de uma hora pra outra, Sara decidiu responder. "Não, nunca", respondeu ela, com sinceridade.

Isso não era uma mentira. A vida de Sara, disfarçada ou não, sempre foi reservada, principalmente após a perda do irmão. Ela nunca permitiu que ninguém se aproximasse emocionalmente, mas Villaberd despertava algo que ela nunca tinha sentido antes: um misto de atração e prazer.
"Por que você disse isso..." -Pensou Sara, sentindo vergonha, mas ao mesmo tempo, certa de que ela precisava corresponder a ele para se aproximar.

Após a resposta de Sara, um silêncio breve pairou entre os dois. Era como se ambos estivessem tentando decifrar os pensamentos do outro. Villaberd retomou o olhar nos relatórios, porém, o ar ao redor deles estava carregado de uma excitação.

Sara decidiu quebrar o silêncio com uma pergunta arriscada, exibindo um tom de confiança. "E quantas estagiárias como eu você já trouxe aqui, Ricardo? Fez a mesma pergunta a elas?"

Villaberd, surpreso com a ousadia de sua estagiária, olhou para ela, um sorriso de canto de boca quase se formando. "Apenas as mais profissionais e gostosas", respondeu, mantendo o tom de mistério, mas com um toque de ousadia.

Sara, mantendo sua postura, não revelou sua reação interna à resposta dele. Ela escondeu qualquer sinal de tesão, mesmo que por dentro a curiosidade e a excitação aumentassem.

A conversa parou ali e ambos voltaram-se para os papéis por alguns minutos.

"Essa mulher...me deixa louco" -Pensou ele.
Ricardo, quebrando o silêncio, se levantou da cadeira e caminhou até onde Sara estava sentada.

Ele colocou as mãos suavemente sobre os ombros dela, ficando por trás de sua cadeira, uma proximidade que aumentava o tesão dos dois. Inclinando-se sutilmente, ele sussurrou próximo ao ouvido de Sara: "Que tal um jantar hoje à noite em minha casa, Larry? Acho que seria interessante."





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