Onde Sophia, irmã do Jotapê, que assim como o irmão é apaixonada em batalhas e sempre foi muito próxima de todos os amigos do irmão principalmente do Apollo que a via como uma irmã, Sophia sempre sentiu atração por Apollo, porém se forçou a esquecer...
Estava junto do Lino, do Jota e da Kakau; o pequeno estava na minha frente enquanto eu passava meus braços pelos ombros dele. Ouvi a Sofia dando em cima do Tavin, e o Doprê fechando a cara na hora. Ele veio para o meu lado e ficou bem próximo de mim, mas nem liguei; a Sofia fechou a cara vendo ele perto de mim. Sério que ela está com ciúmes dele comigo? Ele é como se fosse meu irmão.
Tavin deu um fora nela que eu senti até em mim. Ele ganhou esse. Vi ele se aproximando do Doprê, que estava sério e sem falar nada.
- Desculpa aí - ele disse para o Nle.
- Não foi você que deu em cima dela - ele disse, e Tavin fez um toque com o rapaz.
Vi Sofia chamar o Doprê, mas ele não foi com ela e foi super grosso com a garota. Ela saiu bufando como se ele estivesse errado. Doprê foi comprar bebida, e eu puxei o Lino para um banco. Logo depois, vi o Barreto chegar perto.
- Vocês não sabem - ele falou meio ofegante, e eu arregalei os olhos. O Guri se juntou a nós.
- Maior babado - Guri falou.
- Conta logo - eu e o Lino falamos juntos.
- O Doprê e a Sofia brigando - Guri falou, fazendo eu e o Lino olharmos surpresos.
- O que aconteceu? - Lino perguntou.
- Brigaram porque ela deu em cima do Tavin. Ele falou até demais. Tivemos que levar ela para outro lugar e deixar ele bem longe - eu e o Lino arregalamos os olhos.
- Meu Deus, e ele está onde? - perguntei.
- O Jota levou ele para algum lugar - Barreto falou.
- Ele estava muito puto - Lino disse, e nós concordamos.
- Com razão - eu disse, e eles concordaram novamente.
Vi o Apollo sozinho mexendo no celular.
- Alguém sabe o que está acontecendo com o Apollo? - perguntei aos meninos, e nenhum me respondeu.
- Não sei não - eles responderam.
- Fala com ele, ué - concordei e levantei, deixando meu celular com o Guri.
Caminhei até o Apollo e parei na frente dele. Ele nem se deu ao trabalho de me olhar; estava ficando com raiva já.
- Vai falar comigo mesmo não? - perguntei, chamando a atenção dele.
- Que que cê quer? - ele perguntou de forma grosseira.
- Conversar com você, cê tá todo esquisito aqui - eu falei, e ele começou a ver algo no celular. Eu peguei o celular dele e coloquei no bolso da calça.
- Porra, me devolve - ele pediu, mas eu neguei.
- Vamos conversar - eu disse autoritária.
- Fala logo então - ele bufou.
- Me fala, o que aconteceu pra você estar tão esquisito assim? Nem tá falando comigo direito - eu perguntei.
- Vai perguntar pro Neo, parece que vocês estão muito próximos de novo, né? - ele ironizou.
- É, somos amigos - falei simples. Ele parecia estar com ciúmes.
- Amigos? Sei - revirou os olhos.
- Você está com ciúmes do Neo? - sorri com a possibilidade de ele estar com ciúmes, já que eu e o Neo tivemos algo.
- Eu não tô com ciúmes dele, por que estaria? - ele se aproximou.
- Não sei, me diz você - dei um passo à frente. Nossa distância era mínima; ele pôs as mãos na minha cintura, me apertando um pouco. Passei meus braços pelo pescoço dele. Estávamos a centímetros de distância, quase nos beijando, quando ouvi alguém me chamar.
- Desculpa atrapalhar, mas tá dando maior briga lá, mandaram chamar você - olhei para o Barreto confusa; já tinha me soltado do Apollo.
- Briga de quem? - perguntei, e ele suspirou.
- A Doprê e outro cara lá - estranhei, por que ele estaria brigando?
- Vamos logo - o Barreto foi na frente; eu peguei na mão do Apollo, e fomos para onde eles estavam.
Quando chegamos, vi o Doprê e outro cara discutindo. A Sofia tentava tirar o Doprê; eu sentia que ela queria chorar, mas não fez. Eu puxei o Nle para um canto; a Sofia e o Apollo nos seguiram.
Ele sentou no banco, puto da vida. Ele reclamava de tudo; Sofia sentou ao lado dele, e eu fui até o Apollo. Passei a mão nas costas dele e sorri para ele; lembrei do celular e o devolvi.
- Depois a gente vai terminar aquilo, viu - ele falou no meu ouvido. Sorri para ele como resposta.
- Acho melhor irmos para casa; isso não tá dando certo - eu falei, e eles assentiram.
Eu, Apollo, Sofia, Doprê, Lino e Xamuel fomos para a casa alugada. Chamamos o Xamuel para dormir com a gente. Eu e o Apollo fomos atrás deles; senti o braço dele envolvendo meu pescoço.
Quando entramos na casa, o Doprê e a Sofia subiram. Eu e os meninos fomos arrumar um colchão para colocar no meu quarto para o Xamuel. Foi difícil, mas achamos; no anúncio dizia que tinha colchões a mais, mas não estávamos achando. Quando fomos ver, tinham três colchões dentro do armário do quarto. Os meninos pegaram e arrumaram junto do Xamuel. Enquanto eles faziam aquilo, fui tomar um banho; coloquei um pijaminha não curto, mas também não longo.
Quando acabaram, fomos pedir algo para comermos e ficamos esperando chegar. Estávamos na sala conversando. Eles colocaram um colchão inflável de casal na sala; o Lino e o Xamuel estavam deitados nele, eu estava deitada no colo do Apollo, que fazia carinho no meu cabelo, quase me fazendo dormir.
Depois que a comida chegou, nós quatro comemos e continuamos a fofoca. Coloquei os meninos para irem dormir cedo. Ficou eu e o Apollo na sala; ele me acariciava. Eu sentei e me aproximei dele; quando novamente íamos nos beijar, o celular dele tocou, fazendo ele reclamar.
- Boa noite, depois a gente termina isso - eu falei e dei um beijo na bochecha dele, indo para o quarto. Os meninos estavam mexendo no celular; falei para eles não irem dormir tarde e dormi, estava cansada.
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