📸 || ⚔︎ 𝙌𝙪𝙖𝙧𝙚𝙣𝙩𝙚𝙣𝙖
NÃO REVISADA
( Me diz quando essa quarentena acaba...)
Após passar um tempo de quarentena com seus 3 colegas de trabalho,a atração de Ana Flávia por um deles vem a tona.
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Tirei os cupcakes do forno e botei em cima da bancada com pressa antes que eu queimasse minha mão.
Devia ser por volta de uma da manhã e eu ainda não havia dado parabéns pro Gustavo ainda, na verdade eu estava trancada no quarto quando deu meia noite enquanto os meninos quase botavam a casa abaixo de tanto gritar.
Queria fazer algo fofo pra ele, mesmo sabendo que ele não merece.
— Aninha
O Luan entrou na cozinha e passou o braço pelo meu pescoço.
— fala, bonito
— to indo dormir
— tá bom
— boa noite — beijou minha testa — se cuida
— boa noite gatinho — sorri
— juízo hein
— tenho de sobra, branquelo
Ele me soltou e saiu do meu campo de vista.
Esperei os cupcakes esfriarem, recheei e confeitei os mesmos, peguei um e botei uma velhinha encima, acendo e fui até o quarto do Gustavo.
— parabéns pra você nessa data querida — cantei enquanto entrava no quarto do Gustavo me olhou e riu
— tu não tem jeito né?
— é assim que você me agradece? — me aproximei dele
— vem cá pra eu te agradecer então
— calma — botei o cupcake na sua frente — faz um pedido
Ele olhou meus olhos por uns segundos, sorriu e assoprou a vela apagando a mesma.
— posso saber qual foi seu pedindo?
— se eu contar não vai se realizar pô
— tudo bem
Passei minha perna por sua cintura e me sentei no seu colo, aproximei nossos rostos e selei nossos lábios.
— feliz aniversário, Mioto
— obrigado, gata
Juntei nossos lábios em um beijo calmo, ele levou a mão até minha nuca agarrando com um pouco de força enquanto a mão desocupada segurava minha cintura juntando mais nossos corpos.
— Gustavo — minha voz saiu meia ofegante e ele riu
— que foi?
— come seu cupcake
— foi você que fez?
— uhurum — ele mordeu um pedaço e fez uma careta
— tá horrível — torceu o lábio e riu
— como é que é? — levantei a sobrancelha e ele riu
— to brincando, tá gostosão
— eu sei — me gabei — mas eu sou mais
Peguei o cupcake da sua mão e botei na mesinha ao lado da cama.
— você eu não posso comer?
— poder você pode — lambi seu pescoço e ele se arrepiou — é só você pedir — sussurrei
— eu juro que não aguento mais você passando essa língua no meu pescoço
— eu posso passar ela em outro lugar — olhei seus olhos e ele sorriu
+18
Suas mãos seguraram minha cintura com força me tirando do seu colo e senti a maciez da cama nas minhas costas.
Ele abriu minhas pernas ficando entre elas e me encarou com um sorriso malicioso nos lábios.
Passei a língua nos lábios umedecendo e puxei a nuca do Gustavo aproximando seu rosto do meu e juntei nossos lábios.
Levei a mão desocupada até suas costas nuas e finquei minhas unhas devagar, sabia o quanto ele ficava vulnerável com isso.
Ele pressionou sua cintura em mim e arfei contra seus lábios sentindo seu membro ereto em contento com a minha intimidade.
— eu não aguento mais Ana Flávia — sussurrou — eu quero ficar contigo
— me fode — falei com dificuldade — por favor
— a aposta
— foda-se, perdemos — abaixei sua bermuda com sua ajuda — eu preciso de você
Empurrei seu peito com força fazendo ele deitar na cama e subi em seu colo novamente.
Passei meus lábios pelo seu pescoço onde depositei alguns beijos e mordidas e fui descendo até seu pescoço, peito, abdômen e quando toquei sua cueca seu celular tocou me fazendo bufar.
— deixa tocar — murmurei
Ele negou com a cabeça e bufei alto, me afastei dele que pegou o celular, leu o nome na tela e atendeu em seguida.
— oi Maju — sorriu
Não acredito!
Mordi o lábio com força, levantei da cama e ele me encarou, fiz sinal pra ele ficar quieto e sai do quarto batendo à porta.
Inferno.
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