a morte de KAITO ESCARLATE

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A batalha atingiu um nível de intensidade nunca antes visto, com Escarlate e Maximus trocando golpes devastadores em meio à densa floresta. Cada soco era como o rugido de um trovão, cada esquiva uma dança mortal com a morte. O destino dos dois guerreiros estava sendo decidido naquele momento crucial.

Escarlate, determinado a proteger a garota e provar sua força, investiu com ferocidade, seus punhos brandindo como martelos de guerra. Ele canalizou toda a sua determinação e coragem em cada golpe, cada movimento guiado pela promessa de justiça e vingança.

Maximus, imponente e respeitoso, era uma força da natureza dominando o campo de batalha. Seus golpes eram precisos e poderosos, cada um carregado com a força de um deus. Ele emanava uma aura de poder divino, sua essência entrelaçada com as próprias montanhas das quais ele nasceu.

Escarlate:
-Você não vai vencer, Maximus! Eu lutarei até o meu último suspiro!

Maximus:
-Você é um guerreiro digno, Escarlate, mas devo defender meu dever.

A troca de palavras era apenas um eco distante diante da tempestade de ferro e fúria que se desenrolava entre os dois guerreiros. Cada soco lançava ondas de choque através da floresta, cada colisão reverberando como o próprio trovão.

Enquanto a batalha se desdobrava, os espectadores assistiam em horror, testemunhando o confronto épico entre um deus e um guerreiro mortal. A esperança deles tremia na balança, enquanto o destino do mundo estava prestes a ser decidido naquele campo de batalha sangrento.

Guarda:
-Ele está lutando bravamente, mas parece que não vai durar muito mais tempo.

Outro Guarda:
-É uma tragédia... Ele sacrificou tudo para proteger aquela garota.

Enquanto o combate se intensificava, Escarlate começou a sentir a exaustão se acumulando em seus músculos, seus movimentos ficando cada vez mais lentos e desajeitados. Ele sabia que estava perdendo forças, mas se recusava a desistir diante da adversidade.

Maximus:
-Sua coragem é admirável, Escarlate. Mas a batalha chega ao fim.

Escarlate:
-A luta ainda não acabou, Maximus. Eu não vou desistir!

Com um último esforço, Escarlate investiu contra Maximus, sua determinação queimando como uma chama ardente em seu peito. Ele sabia que as chances estavam contra ele, mas se recusava a desistir. Ele estava disposto a sacrificar tudo para proteger aqueles que amava e defender sua honra.

A batalha continuou, cada golpe trocado uma prova de força e coragem. O ar estava impregnado com a eletricidade da batalha, cada momento carregado com o peso da história. E então, no auge do confronto, Escarlate caiu de joelhos, suas forças finalmente esgotadas.

Escarlate:
-Eu... Eu não posso mais...

Maximus:
-Finalmente reconhece a sua derrota, Escarlate? Você é apenas um verme diante da minha grandeza!

Maximus derrotou Escarlate, que parecia estar morto.

Maximus:
-Você perdeu, Escarlate.

Escarlate:
-O que é isso? Eu estou me afogando... Parece que estou morto.

???:
-Acorde, Escarlate, acorde!

Maximus foi embora, pois Escarlate parecia estar morto. A batalha terminou, mas enquanto Escarlate parecia estar em um sono profundo, algo estranho acontecia.

???: -Acorde, Escarlate, nos estamos te esperando.

Escarlate parecia estar se afogando, preso em um estado entre a vida e a morte, enquanto vozes distantes chamavam por ele. O destino do guerreiro permanecia incerto, envolto em mistério e suspense.

O Despertar EscarlateOnde histórias criam vida. Descubra agora