Eu gosto de tudo um pouco,
Já que perante a inesperada vida,
E a grandeza do universo,
Me parece errado gostar pouco.
Gosto desde o mais forte vinho,
Acompanhado das noites mais escuras,
Até as manhãs mais frágeis e calmas,
Com aqueles enfeites brilhantes.
Placas, que se assemelham de vitrais,
Até calçadas de infância,
Que me recordam das senhorinhas,
Que crochetam e vão a igreja.
Até as mais novas crianças,
Curiosas que acham bonito seu brilho e cores,
E outras que de tanta energia,
Acabam por se ralar em seus cacos.
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Devaneios escritos...
PoetryAlguns pensamentos, poemas que escrevi a um tempo ou estou escrevendo neste exato momento (quem sabe?). Reflexões e possíveis desabafos a partir do ponto de vista de um ansioso e procrastinador, talvez eles sirvam para algo na vida de alguém, ou...
