A Lua, que distante sorri como um bobo da corte, aparece toda noite para assistir a minha melancolia.
Triste a vida de quem não alucina!
Vive a vida sombria...
Sóbria como a de quem nos vigia.
A Lua, que distante sorri como um bobo da corte, aparece toda noite para assistir a minha melancolia.
Triste a vida de quem não alucina!
Vive a vida sombria...
Sóbria como a de quem nos vigia.
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