Capítulo 13

28 4 7
                                        

LEIAM ESSE CAPÍTULO COM A MÚSICA!!!!!

Era uma terça-feira, e Sn não conseguia tirar da cabeça o quanto tinha se divertido no encontro duplo. Ela e Tom estavam se aproximando cada vez mais, e ela sentia que poderia haver algo mais profundo entre eles. No entanto, ainda havia uma parte dela que estava receosa, pensando em sua reputação e no histórico de Tom.

Depois de muito pensar, Sn decidiu que queria passar mais tempo com ele. Pegou seu celular e, com as mãos trêmulas, começou a digitar uma mensagem.

Sn: "Oi, Tom. Está ocupado hoje à noite? Pensei em passar um tempo com você. Pode me levar para a sua casa?"

Tom recebeu a mensagem e um sorriso se formou em seu rosto. Ele estava genuinamente gostando de passar tempo com Sn e via nessa mensagem uma oportunidade de se aproximar ainda mais dela.

Tom: "Oi, Sn. Claro, vou adorar. Te pego às 7?"

Sn: "Perfeito. Até mais tarde."

Às 7 em ponto, Tom chegou à casa de Sn. Ele estava ansioso, mas também feliz por vê-la. Quando Sn entrou no carro, eles trocaram um sorriso cúmplice e seguiram em direção à casa dele. Durante o trajeto, conversaram sobre coisas triviais, tentando aliviar a tensão que ambos sentiam.

Ao chegarem à casa de Tom, ele a guiou até a sala de estar. Era um lugar aconchegante, com sofás confortáveis e uma iluminação suave. Eles se sentaram e começaram a assistir a um filme, mas logo a atmosfera ficou mais íntima.

Tom: (olhando para Sn) Estou feliz que tenha vindo. Gosto de passar tempo com você.

Sn: (sorrindo timidamente) Eu também, Tom. Sinto que posso ser eu mesma quando estou com você.

Tom segurou a mão de Sn, e ela não resistiu ao impulso de se inclinar para mais perto. Seus lábios se encontraram em um beijo suave, mas cheio de emoção. O beijo logo se intensificou, e Tom a puxou para mais perto, suas mãos explorando os contornos do corpo de Sn.

A tensão entre eles aumentava, e a necessidade de estarem ainda mais próximos era palpável. Tom se levantou e estendeu a mão para Sn.

Tom: (sussurrando) Vamos para o meu quarto?

Sn hesitou por um momento, mas a atração entre eles era irresistível. Ela pegou a mão dele e o seguiu até o quarto. Ao entrarem, Tom a puxou para um beijo apaixonado, suas mãos explorando cada vez mais o corpo dela.

Eles se deitaram na cama, e Tom começou a desabotoar a blusa de Sn, enquanto ela fazia o mesmo com a camisa dele. Cada peça de roupa que caía no chão parecia aumentar ainda mais a intensidade do momento. Tom beijava o pescoço de Sn, descendo lentamente pelo seu corpo, enquanto ela arqueava as costas, sentindo um prazer indescritível.

Sn: (sussurrando) Tom... Eu te quero.

Tom: (sorrindo) Eu também, Sn. Muito.

Tom deslizou as mãos pelas pernas de Sn, tirando o resto de sua roupa. Ele a olhou nos olhos, garantindo que ela estava confortável e consentindo com tudo. Ela sorriu, puxando-o para mais perto.

Tom: (sussurrando) Você é incrível, Sn.

Eles se entregaram um ao outro, movendo-se em perfeita harmonia. Cada toque, cada beijo, cada movimento parecia intensificar o desejo entre eles. O quarto estava cheio de suspiros e gemidos, o som de duas pessoas se entregando ao momento.

Sem que Sn soubesse, Tom tinha deixado um celular estrategicamente posicionado para gravar o momento. Ele estava dividido entre a culpa e a pressão de cumprir a aposta. No entanto, ele continuou, tentando ignorar a voz na sua cabeça que lhe dizia que isso estava errado.

Depois de um tempo, eles ficaram deitados, ofegantes e abraçados. Sn estava com a cabeça no peito de Tom, sentindo-se incrivelmente próxima dele. Tom a beijou na testa, tentando afastar a culpa que começava a tomar conta dele.

Sn: (sorrindo) Esta noite foi... incrível, Tom.

Tom: (abraçando-a mais forte) Sim, foi. Eu não quero que isso acabe, Sn.

Sn sorriu, sem saber o que o futuro reservava. Ela não fazia ideia da gravação e do verdadeiro motivo pelo qual Tom a tinha levado para casa naquela noite. O que parecia ser o começo de algo belo e profundo, na verdade, escondia um segredo que tinha o potencial de destruir tudo.

Naquela noite, enquanto Sn dormia em seus braços, Tom não conseguiu pregar os olhos. Ele sabia que teria que enfrentar as consequências de suas ações mais cedo ou mais tarde, e a ideia de magoar Sn o estava destruindo por dentro. Ele só esperava que, quando tudo viesse à tona, ainda houvesse uma chance de redenção.

Graduation | TOM HOLLANDOnde histórias criam vida. Descubra agora