O loiro soprou cada palavra com um ar sério, com olhos azuis faiscando, o ruivo ficar sem reação era bom demais, era tentador ser dominado assim, sentiu uma fisgada no estômago era estranho, não sabia dizer se era bom ou ruim. - Escutar aqui, eu só...
Olá !! a todos desculpem a demora. Espero que esse capítulo compense a espera. Neste capítulo terá um pouco de angústia leve e cena com vibrador em uma noite solitária.
Um ombro amigo para chorar e puxa a orelha de vez em quando.
Bom felicidade a todos e uma boa leitura e vai desculpando a escrita e ortografia faço o meu melhor, mas às vezes o melhor não é o suficiente.
Leiam as notas finais para saber mais sobre o trabalho.
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Aziraphale remexeu-se debaixo do cobertor com raiva do infeliz que achou que seria uma boa ideia ligar para alguém a essa hora da madrugada. Se bem que madrugada é só modo de falar. Já que o relógio marca um pouco mais que 5:30 da manhã para ser mais preciso são 5:45 da manhã. Faltando apenas poucos minutos para seis horas, momento exato que seu despertador era programado para tocar todos os dias de manhã, nunca falhando uma vez sequer.
Seu despertador nunca ousou deixá-lo na mão, é, mas não foi bem isso que aconteceu essa manhã. Pois seu celular simplesmente fez o favor de tocar antes de seu despertador. Então é, ele tá puto da vida, por que "alguém" simplesmente acho que seria apropriado ligar para ele às 5:45 da manhã para perturbar seu juízo. Alguém que não sabe receber um não. Que não desiste de ligar mesmo não recebendo nada em resposta, apenas silêncio e sua ligação encaminhada para a caixa de mensagens "grave o seu recado após o sinal." Quem resolveu atrapalhar sua paz e tirá-lo de seu sossego ligou para seu celular incansavelmente até caí na caixa postal diversas vezes seguidas.
Ele leva a mão na mesa de cabeceira, pegou o aparelho e quase caí de costas no chão, ainda bem que isso não é possível já que ele estava deitado no conforto de sua cama.
Para sua surpresa ou desprazer o número que brilho na tela lhe atingindo em cheio era um número desconhecido. Mas mesmo se ele pensasse em retornar a ligação, ele não faria isso por um mero detalhe, o numero era desconhecido e não estava salvo entre seus contatos. Por isso mesmo que a pessoa ligasse de novo e de novo, ela não seria atendida, ao ver o numero brilhar repetidas vezes na tela de seu celular ele não teve outra opção a não ser desligar o aparelho cessando assim as ligações de Deus sabe quem .
Ele abriu os braços preguiçosamente com os olhos semicerrados de sono a boca se abrindo em um pequeno bocejo, Aziraphale arrastou-se para fora da cama, calçou sua pantufas azul e andou meio sonolento até o banheiro. Ele não queria levantar tão cedo mas mesmo assim o fez, ele bem que podia ter dormido só mais alguns minutinhos. Ele poderia não é mesmo? Já que não trabalha para uma empresa. Aziraphale nem mesmo tinha um chefe para dar explicações então: se não hà um horário certo para chegar ao seu emprego, se é que podemos chamar assim. Seu emprego era basicamente abrir e fechar sua livraria. Além de passa horas e mais horas lendo livros e mais livros até perder a própria noção do tempo.
Seu "trabalho" resume-se em abrir sua loja e sentar-se em sua poltrona, mas não antes de ir até o café de Nina para comprar seu café-da-manhã. Isso é quando não o consumia lá mesmo. Então sim, vejamos bem. Aziraphale basicamente "trabalha" em sua livraria certo? Mas ao invés de se empenhar em vender seus livros, ele empenhava-se em afastar os poucos clientes que pisavam no local, a procura de alguns de seus livros na intenção de comprá-los. Só que isso raramente acontecia já que a loja estava sempre de porta fechada e o dono por sua vez era muito ciumento com seus bens materiais. Ele tinha um cuidado especial com seus livros raros de primeiras edições.