Jimin é alguém cujo muitos temem, ser o consigliere da máfia italiana só trouxe inimigos para si e para pessoas que ele custa a todo momento poteger, por isso que em sua vida pessoal ele não se abre em hipótese alguma para o amor.
Frio, irresistíve...
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Naquela manhã, Taehyung e Yoongi ficaram com a tarefa mais difícil: cuidar do trio, enquanto Jimin e os outros tentavam descobrir quem havia enviado a caixa sangrenta para a mansão.
Jun-a até cogitou a possibilidade de muitas pessoas dentro da Nera estarem envolvidas. A suspeita era forte, mas ele só poderia acusar alguém se tivesse certeza.
Ninguém escaparia, nem mesmo Joseph, seu grande amor.
— Prova isso, Jungkook — insistiu Jin, empurrando um pedaço da torta de chocolate com caramelo para o mais novo. – Uma delícia.
— Está mesmo — murmurou de boca cheia. — Mas, caso não tenha percebido, estou comendo a mesma coisa. – Apontou para o prato, e Jin sorriu, sem graça.
— Ele só está preocupado, Jun. — Interveio Hoseok. – Só queremos garantir que está bem.
— Estou melhor. — Respondeu, encarando os dois alfas à mesa. – Estaria bem melhor se eles devolvessem nossas coisas.
— Só vamos devolver quando nosso chefe ordenar. – Yoongi disse, sem tirar os olhos do tablet.
— E quando isso vai acontecer? – Jin arqueou a sobrancelha, tentando soar o mais pacífico possível.
— Talvez hoje, talvez amanhã. – Taehyung respondeu, encarando-o. – Talvez daqui a um mês. – Deu de ombros, pegando uma torrada.
— Nem ferrando! — Jungkook se levantou da mesa, indignado. – Qual parte de que temos uma vida na Califórnia vocês, estúpidos, não entenderam? – O silêncio que se seguiu ao desabafo de Jungkook foi espesso como névoa. Até mesmo Yoongi, com sua constante apatia, ergueu os olhos por um segundo. Jin abriu a boca, mas nenhum som saiu. Hoseok franziu o cenho, preocupado.
— Jungkook… – Hoseok começou, a voz mais firme do que pretendia. – Estamos presos aqui, podemos até tentar ir embora, mas duvido que nós consiga passar pela segurança da nera sem uma ordem.
— Isso é se alguém lá fora não estiver esperando por vocês, prontos para acertar um tiro nas suas cabeças e ainda levar numa bandeja de prata para nossos inimigos. – Completou Taehyung, seco.
Jungkook bufou, os punhos cerrados ao lado do corpo.
— Só quero ir para a casa, porra. – Ele girou nos calcanhares e saiu, atravessando a porta da sala como um furacão.
— Esse garoto vai acabar arrumando confusão. – Taehyung soltou um suspiro dramático e apoiou a testa na mão. – Vocês três vão nos enlouquecer.
— Como diabos achavam que manter as nossas coisas confiscadas era a melhor maneira de nos proteger? – Jin olhou entre Taehyung e Yoongi com desprezo.