Coração indisponível

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★ 𝑴𝒊 𝒑𝒊𝒂𝒄𝒆 𝒍𝒂 𝒕𝒖𝒂 𝒄𝒐𝒎𝒑𝒂𝒈𝒏𝒊𝒂🏐

★ 𝑴𝒊 𝒑𝒊𝒂𝒄𝒆 𝒍𝒂 𝒕𝒖𝒂 𝒄𝒐𝒎𝒑𝒂𝒈𝒏𝒊𝒂🏐

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Paris, França

Emily foi a primeira a acordar, madrugando para estudar o time da Holanda. Sentou na sacada do quarto, com uma xícara de café e seu tablet.

Bianchi usa sua formação em física a seu favor, calculando ângulos e velocidades para criar estratégias impossíveis de serem previstas. Seus cálculos têm uma pequena faixa de erro, no último jogo sua estratégia no quarto set levou a Itália à vitória, por isso velasco confia fielmente nas habilidades matemáticas de sua central.

Ela ama estudar as estatísticas, fazendo cálculos baseados na altura de salto e força de ataque de cada jogadora, assim conseguindo prever uma defesa adequada.

Ninguém entende como ela consegue ser tão inteligente e ao mesmo tempo um monstro nas quadras. Desde que entrou para a seleção vem dando muita força ao time, tornando-se alvo dos outros técnicos. Não poderia esperar menos vindo da G.O.A.T.

Ela passou horas estudando que nem percebeu que já era hora de irem para a vila treinar. Caterina nem mesmo foi avisar ela que já estava na hora.

— Desculpa pelo atraso. - entrou na sala do vídeo, sentando ao lado da marina.

— Tudo bem, minha estrela! Acredito que se atrasou por um bom motivo. - velasco olhou esperançoso.

— Claro! Estava estudando nosso oponente. - sorriu orgulhosa.

— Essa é minha garota! - ele sorriu grandemente. — Vamos começar.

Depois que velasco e os outros técnicos explicaram o vídeo, as estratégias e tudo o que era importante foi a vez de emily dar sua opinião como física, mostrando seus cálculos e desenhos que representavam suas ideias.

Algo interessante era que além dela estudar o time oposto também estudava o próprio time para que tivesse uma noção do que os países baixos esperaria da seleção e fazer o contrário. Era assim que vencia todos os jogos contra o Japão.

— Me empresta seu cérebro rapidinho? Só para eu me sentir inteligente. - marina brincou abraçando emily por trás.

— Você também é inteligente, só que do seu jeitinho. - deitou a cabeça para trás, aproveitando o abraço.

— Não chego nem aos seus pés, cristallo. - beijou a bochecha dela repetidamente. — Quer ir dar uma volta?

— Não, vou ficar só no quarto mesmo descansando. Não quero perder o foco para o jogo.

Rivals - Julia BergmannOnde histórias criam vida. Descubra agora