inebriada

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É meio solitário
Estar vivendo sozinha,
Mesmo acompanhada
É vazio essa estrada
Que chamamos de vida.

Dá vontade de correr sem rumo,
Ir para qualquer lugar do mundo,
Me encontrar, desencontrar e reencontrar,
Em alguma esquina
De algum local inusitado.

Poder gritar o que sinto
Sem precisar me preocupar
Com julgamentos e olhares,
De pessoas que nem me conhecem,
Quero não dar atenção aos outros
E focar mais em mim,
De qualquer forma
Nunca fui boa em confiar
Por sempre ter medo de me machucar.

A Pintora De Telas Em Branco.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora