Musa
Ele bateu a porta com força ao sair.
Além de me provocar ainda faz questão de meter mó marra depois.
Mas ter mandado ele sair do quarto com tanto desejo ainda pulsando em mim e inconformavel.
— Volta aqui, Alan! A gente não terminou essa conversa! — Gritei na espera com que ele realmente voltasse.
A porta abriu devagar, ele entrou e sento na beira da cama logo em seguida cruzo os braços.
Alemão: Qual foi? Primeiro me manda vaza e agora me chama. Decide aí.
— Não te chamei pra trocar idéia.
Ele soltou uma risada curta, debochada, mas o olhar dele continuava cortante, cheio daquela provocação que sempre me tirava do sério. Antes que ele pudesse soltar outra, me aproximei e sentei no colo dele, coloquei meus braços em volta de seu pescoço e puxei ele para um beijo.Nossas respirações se mistura, minha língua brigava com a dele por espaço. Uma disputa que faz meu coração acelerar.
Sem demora, ele foi lentamente deslizando as mãos pelo meu corpo, até chegar na minha blusa e retirar. Pela falta de ar finalizei o beijo com um selinho.
Alemão: Tu e maluca mermo. Uma hora quer me matar, na outra tá cheia de fogo. Vai entender.
— Fica quieto, você fala demais. — Sorri, enquanto ele me precionava mais em seu colo.
Dessa vez, deixei ele me guiar, sentindo o seu jeito bruto e carinhoso ao mesmo tempo. Ele me deito na cama ficando no meio das minha pernas e suas mãos subiram devagar até tirarem meu sutiã e o jogar em algum canto do quarto. Ele me observava como se estivesse marcando cada detalhe e ao mesmo tempo, desliza seus dedos pelo meu corpo e aperta meus seios com vontade.
Alemão: Já passou a raiva, maluca?
Neguei sorrindo, e ele sorriu de volta. Logo ele foi fazendo uma trilha de beijos pelo meu corpo até parar na minha calcinha, que puxou pro lado, me olhando de baixo pra cima com um sorriso que só ele tinha.
Sou apaixonada no sorriso desse homem puta que pariu.
Sem muita demora ele começou a me chupar, acabei deixando sair um gemido baixo, eu tentei me controla, mas a sensação era intensa demais. Me entreguei sem pensar, aproveitando cada reação minha. Com mais algumas voltas da língua dele no meu clitóris, sem muita demora, acabo gozando sem ao menos avisar.
Aos poucos, ele tirou o próprio short e sua cueca, só de ver o pau dele da até vontade de esquecer que brigamos.
Novamente ele posicionou no meio das minha pernas e me deu um beijo antes de me penetra. Quando ele penetrou foi de uma vez, me fazendo soltar um gemido alto. Único momento em que permito que ele faça o que quiser e eu apenas obedeço.
A cada estocada eu segurava o gemido para ele ir mais forte.
Alemão: Para de segura esses gemidos!
Ele segurou firme na minha cintura e penetrava com mais força, o jeito intenso dele me fez esquecer qualquer coisa que estivesse na minha cabeça naquele momento.
Fechei os olhos, sentindo ele aumentar a intensidade das estocadas, misturando prazer e dor de um jeito que só ele sabia. Minhas unhas afundaram nas costas dele, arrancando um gemido rouco que ecoou pelo quarto.
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Obsessão Mortal. (Em Revisão)
Fanfiction+18|| Complexo da maré - RJ. Não existe história leve quando se ama dentro de um sistema sujo. Cada beijo pode ser o último, cada abraço, uma traição. No fim, cada um carrega suas paixões, seus problemas, mas todos vivem dentro do mesmo esquema. Não...
