My Biggest Love

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Marcelo empurrou Roger de si e ao tocar em seu abdômen lembrou que estava usando colete. Levantou a camisa, vendo o projétil alojado ali. Uma onda de alívio percorreu seu corpo até ver que tinha levado um tiro de raspão no braço. Ele levantou e imediatamente a polícia levou todo mundo preso, exceto Marcelo que foi com o delegado diretamente ao hospital.

— Senhor Marcelo, você está bem?! — Ele assentiu — Obrigado pela sua colaboração. Esses três não vão sair da cadeia tão cedo, o seu irmão será encaminhado ao hospital e logo a um presídio de segurança máxima. — Conversavam durante o percurso.

— Eu sei, mas espero que a Violeta não seja tão duramente castigada, ela me salvou, e sei que o que fez foi por defesa.

— Fique tranquilo, o seu irmão vai para um lugar diferente do resto. O pior já passou.

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Durval estava de um lado pro outro com Cláudia, as meninas estavam aliviadas pela tia ter sido resgatada, Guiquel estava em casa com Serjô dando uma força para as crianças. Antônio consolava Poliana e Nancy tinha a bolsa maternidade de sua patroa e dos pequenos Murilo e Isadora.

Até a polícia e paramédicos darem entrada no pronto socorro com Luisa em uma maca, correram com ela para a sala de parto.

— Hey moça! Como está minha irmã?

— Por favor estamos com pressa, a gestante precisa de atendimento urgente, não se preocupe os bebês estão estáveis por enquanto! Mas Não pode entrar.

Sumiram porta adentro e Durval não ficou nada contente, Cláudia e as meninas choravam de alívio por ver Luisa em boas mãos.

— Cadê o tio Marcelo? Ele não veio? — Poli perguntava.

— Será que aconteceu alguma coisa? — Lorena acrescentou.

Neste momento Marcelo e o delegado entram e ele vai diretamente ao centro cirúrgico.

— Quem é o senhor? — A enfermeira perguntou.

— Marcelo Pessoa, marido da paciente e pai dos bebês! — Ela permitiu a entrada e pediu que fizesse a higiene para poder estar lado dela. Já que estava sujo de vestígios que poderiam contaminar o local.

— Graças a Deus Marcelo chegou a tempo! Deus é justo e dona Luisa há de ter um parto abençoado. — Antônio proferiu.

Todo mundo na sala de espera

— Amém!

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Passadas algumas horas extenuantes, sono, preocupação, exaustão, as portas se abriram e a médica apareceu, caminhando até eles retirando a máscara brevemente.

— Familiares de Luisa D'ávila Pessoa?

Todo mundo levantou curioso.

— Sim senhora, somos nós, diga-me como está a minha irmã?! Meus sobrinhos estão bem, meus miudinhos?!

A moça sorriu e disse.

— Parabéns família! Mãe e bebês passam bem!

Todos pularam comemorando e chorando de felicidade.

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