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Stella Bianchi |

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Stella Bianchi |

Eu fiquei muito tentada em testar a barra ontem, porém decidir esperar o dia seguinte, ou seja, hoje.

Coloquei um short preto justo e curto, pois é melhor para dançar quando se tem mais atrito da barra com a pele, e em cima um top preto.

Saio do quarto e ando até o final do corredor, abro a porta da sala e entro, fechando-a.

Deixo as luzes apagadas e acendo os leds, deixando o local em um tom de vermelho junto com azul.

Alexa, tocar Glory box - Portishead

Após alguns segundos a música começa a tocar. Dou passos firmes até a barra.

Coloco uma mão na barra e começo a me mover de forma leve em volta dela, os passos são soltos e sem pressa, enquanto me acostumo com o espaço ao meu redor. Faço alguns movimentos básicos, apenas para alongar o corpo. Meus pés deslizam suavemente pelo chão, mantendo um ritmo constante.

Quando a batida da música se torna mais intensa, pego impulso e passo minhas pernas em volta da barra, girando meu corpo sobre ela, minhas costas encostam no metal gelado. Deixo meu corpo deslizar até que chegue ao chão.

Faço uma transição para um movimento de elevação, puxando o corpo para cima com os braços. Levanto uma perna, esticando-a para o lado, enquanto mantenho o equilíbrio na barra. Continuo me movendo com confiança. O ar parece vibrar ao meu redor, e me sinto leve, como se flutuasse.

Depois de uma sequência intensa, diminuo o ritmo, permitindo que a melodia me embale novamente. Respiro fundo, meus movimentos se tornam mais suaves e fluidos.

A música continua a guiar cada um dos meus movimentos. A dança flui de maneira natural, e eu apenas me deixo ser levada pelo ritmo, sem pensar muito.

Quando a música chega ao fim, pouso no chão e suspiro, passo a mão em meu cabelo solto, tirando os fios de meu rosto.

Olho para mim mesma no espelho, mas meus olhos são atraídos para uma figura alta que estava apoiada na porta.

Aslan.

Seus braços estavam cruzados sobre o peitoral, que estava sem camisa, deixando seu peito largo, abdômen e suas tatuagens do braço em exposição. Meus olhos descem pelo seu abdômen perfeitamente bem construído e malhado. Mas logo sobem para os olhos dele, que me encaravam de maneira fixa.

— É feio bisbilhotar. – O olho pelo reflexo do espelho.

Ele apenas dá de ombros sem se importar de ter sido pego.

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