VIII

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Quinta, 7 de Março de
2001

Após eu vir à minha cama e deixar Simon dormindo, eu tomei um banho caprichado lavando bem meu cabelo, Sequei ele é deixei secar o resto naturalmente é me deito para dormir.

Dia seguinte.

Acordo cedo é me arrumo, aproveitarei que Simon esta descansando é vou ate a padaria é compro alguns pães.

Logo apos voltar para minha casa, arrumo meu cafe da manhã é vou fazer algumas tarefas de casa, por eu estar atrasada na materia é de recuperação.

Termino de comer é lavo meu prato é meu copo.

Fico o dia inteiro fazendo tarefa de casa, é Simon não saiu do quarto dele hoje. Sera que ele esta bem?

Não se preocupa com ele.

Ele sabe se virar.

Ele é mais velho que você!

Larga de ser burra.

Me bate uma dor de cabeça forte é me levanto, vou caçar algum remedio nas gavetas ate que acho uma dipirona, bebo é olho para a escada vendo Simon desçer. Finalmente.

Finjo que não me importo, é termino de escrever mais umas palavras na lição é logo termino.

-Terminei! -Falo empolgada.

Me jogo no sofa é pego meu celular apos passar o dia INTEIRO fazendo lição.

Simon se senta ao meu lado é fica assistindo TV com o volume no maximo. Ele tirou o dia pra me estressar?

Respiro fundo é levanto, vou ate meu quarto é abro a porta é entro, fecho a porta a trancando é vou ate meu closet, pego uma bermuda jeans é um cropped preto, me visto é pego uma chinela simples para caminhar pela a cidade, ja era praticamente as 19:26.

Desço as escadas é saio pela a porta, Simon olha para mim, é abro a porta saindo é falando "Não me siga, preciso de um tempo sozinha." É fecho a porta.

[...]

Apos um longo tempo caminhando, acho uma pracinha é me sento, pego um baseado do meu bolso mas o isqueiro é o acendo dando uma primeira tragada sentindo minha mente leve é esvaziando dos problemas. Isso vai me fazer esquecer do Simon.

Dou mais algumas tragadas é apago, logo me levanto novamente é volta a caminhar para minha casa. Quando chego, vou direto para meu quarto, passo pela a sala, nada do Riley, passo pelo o quarto dele, nada, vou para o meu.

Assim que chego, abro a porta é acendo a luz, ele me coloca contra a parede.

-Que cheiro de maconha é esse? -Ele da um cheiro no meu pescoço. - Você tava fumando?

Dou um empurrão nele é me sento na cama.

-Eu? -Bufo com uma leve risada. - Claro que não! Tenho cara de quem faz isso?

-Tem.

Ele vem ate a minha direção.

Ele me joga na cama é fica por cima de mim, leva a boca ate minha orelha é da uma lambida ate falar rouco é atraente:

-Eu quero ser o motivo da tua sede de maconha, da tua fome, da tua perdição. Quero ser a resposta para cada desejo escondido, a explicação pro arrepio que  sobe sem aviso, pro gemido que escapa antes mesmo do meu toque.

Ele leva a mão ate dentro da minha calcinha é acarecia meu clítoris.

- Quero ser o pensamento que te faz morder os labios no meio dia, a lembrança quente que faz tuas pernas tremerem sozinhas  na madrugada. Quero ser a razão pela qual tua pele aprende a queimar e tua boca descobre o gosto do vício.

Ele enfia um dedo, é logo outro. Dou um leve gemido manhoso.

- Não quero ser só um momento, quero ser a febre que te consome, a loucura que não passa.

-Simon...

- Quero que, depois de mim, cada toque pareça pouco, cada beijo pareça morno, cada noite, pareça vazia. Quero ser a razão pela qual sexo nunca mais sera só prazer... Mas sim, algo incontrolável,  urgente, inesquecível.

Estou no meu limite.

- Cristielly, Eu quero ser a razão pela qual você adora sexo.

Tiro a mão dele é o empurro vendo o sorriso dele.

-Sai do meu quarto, agora!

Falo gritando com ele.

-Ta bom. -Ele sai com um sorriso de ladinho.

Ele fecha a porta é me deito na cama denovo olhando pro teto, coloca a mão no rosto é logo pego um travesseiro é coloco no meu rosto é solto um grito abafado

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My Security Guard. Simon RileyOnde histórias criam vida. Descubra agora