Ámbar: Matteo, você pode parar de me olhar assim?
Matteo: Assim como?
Ele sorriu de lado, puxando-a pela cintura e encostando a testa na dela.
Ámbar: Como se eu fosse o melhor presente que você já recebeu na vida.
Matteo: Mas você é.
Ela revirou os olhos, mas não conseguiu esconder o sorriso. Matteo sempre tinha uma resposta pronta para tudo, e isso a irritava e encantava ao mesmo tempo.
Ámbar: Você está muito meloso hoje.
Matteo: Culpa sua.
Os dois riram antes de Matteo selar os lábios nos dela. O beijo foi suave no início, mas logo se tornou mais intenso. Ámbar segurou o rosto dele entre as mãos, sentindo-se completamente entregue.
Delfi e Gastón estavam juntos, mas o clima entre eles ainda era incerto. Ambos sabiam que sentiam algo, mas as dúvidas permaneciam.
Gastón: Você tá muito calada.
Delfi: Só estou pensando em tudo que aconteceu hoje.
Gastón: Se quiser falar sobre isso...
Ela respirou fundo antes de encará-lo.
Delfi: Você acha que a gente tá fazendo a coisa certa?
Gastón: Eu acho que a gente precisa descobrir.
Ele pegou a mão dela e entrelaçou seus dedos nos dela. Delfi sorriu, mas seu olhar ainda estava distante. Pedro e Taylor não saíam da sua cabeça.
Nina e Erick continuavam conversando quando Gastón chegou ao local. Assim que viu os dois juntos, seu peito se apertou. Ele não sabia por que, mas a cena o incomodou mais do que deveria.
Gastón: O que tá acontecendo aqui?
Nina: Gastón?
Erick: Relaxa, cara. Só estamos conversando.
Gastón: Eu não perguntei pra você.
Nina franziu a testa, sem entender aquela reação. Gastón nunca fora de se incomodar tanto.
Nina: Gastón, não tem nada acontecendo. Eu e Erick somos amigos.
Gastón: Amizade ou outra coisa?
Nina sentiu seu coração acelerar. Será que ele estava... com ciúmes?
Pedro ainda estava irritado com a presença de Taylor, e Delfi percebeu isso de longe. Quando o encontrou sozinho, decidiu se aproximar.
Delfi: — Tá tudo bem?
Pedro: — O que você acha?
Ela suspirou e sentou ao lado dele.
Delfi: — O que você sente por ela?
Pedro desviou o olhar, como se não quisesse responder.
Pedro: — Nada. Só raiva.
Delfi: — Tem certeza?
Pedro a encarou, e por um segundo, Delfi sentiu que ele queria dizer algo, mas ele apenas respirou fundo e se levantou.
Pedro: — Não importa. Ela não significa mais nada pra mim.
Ele saiu, deixando Delfi ainda mais confusa do que antes.
Simón foi até a mansão para ver Luna, mas foi surpreendido por Alfredo na porta.
Alfredo: Você de novo?
Simón: Eu vim ver a Luna.
Alfredo: Você devia aprender a respeitar regras, garoto.
Luna apareceu a tempo de ver a tensão entre os dois.
Luna: Abuelo, por favor...
Alfredo: Eu só quero o melhor pra você, Luna.
Luna suspirou e segurou a mão de Simón, decidida.
Luna: E ele é o melhor pra mim.
Simón sorriu ao ouvir aquilo, mas Alfredo não parecia convencido. Ele olhou para os dois e apenas balançou a cabeça antes de sair dali.
